lendo por ai o que os colegas e outros que não fazem parte desse grupo escrevem. uns são textos que dão gosto espalhar os olhos. outros nem aí. nem eu. entre os muitos que são espalhados no espaço deste olhar curioso desfilam os poetas Sérgio de castro pinto e os “doutos” Waldemar solha e Evandro Nóbrega.  esse sem contar o fino professore e pensador wellinnton pereira. uma beleza saber que todo o dia e não raras vezes o dia todo iremos espalhar o nosso olhar em festa em seus textos e pensamentos.

amanheço e antes mesmo de lançar o meu curioso olhar sobre as palavras e pensamento que plantei no dia de ontem em meu – nosso também – eu plural visito o blog do ótimo tião lucena. sintam que não escrevi “bom” blog do ótimo tião. nada a ver com a cacofonia. tião faz realmente o seu espaço ser ótimo como nunca deixou de ser. sou fã de carteirinha dos seus escritos e o estilo tião. o humor e a ironia eiva – epa! – cada frase bem escrita. tudo fácil e descendo a cachoeira dois olhos como criança no escorrego novinho da escola.

ontem passeando o olhar pelo espaço internético descobri que a morte de uma cadelinha comove mais que a possiblidade real da criança que passa com a mãe  implorar uma esmola morrer de fome. os colegas mandam pêsames e deixam nas entrelinhas o conselho para a sua – da cadelinha – dona manda rezar uma missa ou ato outro cristão em favor de sua – da cadelinha – alma. uma tristeza. e essa maior que a “mãe” da cadelinha.

um dia escrevi neste  singular espaço plural que os livros novos que pego para ler geralmente não são bons e os velhos que nessa quarentena me pego lendo estão cada vez melhores. os sertões. ouvi de um “professor de literatura” falando para os seus alunos que as duas primeiras partes do grande livro do Euclides da cunha era um inferno. e que tentou inúmeras vezes atravessá=lo e não conseguiu. fiquei uma pena a gota serena. dele não, um atraso. de seus alunos, o futuro.

sem modficr qualquer modo de vida – lembrando o bom roberto carlos – somente se deve gostar de quem gosta da gente. foi o assunto que assim mais que repente surgiu em papo sem quaisquer pretenseos de gostar ouo não gostar de quem se falava. não recomendo o desprfezano nesses casos. a indiferença. essa apaga de uma vez p or todas a  imagem de que não merece ser lembrando. por que estás fazendo isso ? silêncio e aquele ar de “acho que tem mais alguém aqui ao lado que não consigo ver”.

estou sempre evitando espalhar posições seja essa de esquerda, ou  direita ou do meio neste singular espaço plura. nunca vi tanta discussão política cheia de “eu acho” e eu “não sou” e outras negações e indecisões próprias de qwuem realmene não sabe o que acha. nunca vi tantos analistas políticos dando as suas opiniões para os  gatos e cachorros amarrados em seus quintais.  uns são contra porque buscaeram algo em seu favor e não econtraram. continua procurando. outros são a favor poruqe tem bem assegurado no final do mês o suficiente para contdinuaar puxando o saco dos seus. eu vendo tudo preferio ficar em casa ouvindo o parederio Gil de Rosa assguerando que vale a pena espalhar versos e canções pelo caminho. e nenhum preocupaç~çao se essas e esses não trazem o lucro que transfgroma os homens.

um dia ainda iremos esquecer que por aqui passou um vírus recrusdecnao ainda mais a distancia entre os homens.

os textos sobre muisca de Dom Cardoso são aulas da historia da nossa melhor muscia popular. o eu plural estdá cada vez mais singular com a pbulicadço de saus apuradas pesquisas e analaises a respeito de sua  – da MPB – hiustoria e os seus por muitos esquecidos peresonafgens. textos bem escrditdos e fundamentendoas.  um advogado em defesa da histdoria da nossa musciba popular brasielira. tudo sem esquedere aqueles que a escreveram. leiam. leiam-no. sua estreia por aqui deu o que falar. e ouvir.

isso mesmo. aigrejas evangfelicas – essas em especial – estão sendo vendidas prontinha para uso e abuso. infelizmente. os fieeis seguem nas transações. o tempços, o costumes! a palavra de deus é usada por  esses vendilhções como kmais um produto de consumo entre os muitos expostos em seus balcões de milagres.  perdoar proque eles não sabem o que fazem ? sabem e fazem porque sabem que os que não sabem acreditam nesse saber espertalhão deles. vade retro sacanas! e se de retro não poderem ir chamem o Uber.

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