notas e notas que anoto

notas e notas que anoto

exercido para os dedos malabaristas

# –  aqui, ao lado da minha ilha cercada de livros e discos por todos os lados, assisto a tudo que me oferecem via televisão. Via e vejo. Tudo sem muita exigência.

# – Sou o tipo que aprendeu a tudo ver e ouvir, e somente depois falar do ouvido e visto. Os meus ouvidos? Ah, esses continuam mais exigente do que nunca. Os olhos idem.

# – Mas, hoje, estou apenas exercitando os dedos malabaristas e deixando entrar pelas janelas dos olhos o que pintar fora da rede globo. A vida segue? Sigo a vida. Só apelo para que ela não pegue uma contramão e seja multada por estar alcoolizada. Ou sem habilitação.

troca na cabo branco

# – a nossa cabo branco nunca acerta em suas trocas. É certo: ela também não está aí para as pífias trocas que faz. Confesso, porém, não ter nada contra as trocadas. Nem troco eu quero. Ou meus olhos e ouvidos, pela vez deles, tem sim. O público bem que poderia ser poupado nessas trocas. Exemplos de péssimas trocas?  Tenho.  Podem – as trocas – até ser que essas não tenham sido “péssimas”. Ruins? Tudo bem. Ruins. Edilane Araújo ainda não foi substituída, e Patrícia Rocha, mesmo em toda a sua antipatia, ainda era melhor que a substituta.

# – Se é para trocar, porque não o Hildebrando Neto como único e melhor âncora para o nosso jornal tupiniquim? Sem dúvidas, Hildebrando é o melhor.

Bayeux está na ponta da justiça

# – a cidade de Bayeux não é muito diferente das muitas cidades por aí que estão com os seus “prefeitos” em dia com a honestidade, mas toram um prego, temendo que a qualquer momento os seus nomes acabem (risos) na lista do Procon por maus “roubadores”.  Pausa. Nada de maus “pagadores”.

# – Agora mesmo vejo pela tela colorida da minha televisão que o atual prefeito nessa cidade instalado não quer “larga o osso” nem que amarrem o seu rabo ou nele pisem.

# –  nem aí para a situação dessa e outras cidades em que o povo não soube escolher aquele que melhor se fantasiou de ovelha, para esconder o lobo que todos sabiam que eles eram. Ratos ou lobos? Escolham.

humor com trágedias não tem graça

# – todos sabem ou deveriam saber que o humor não se pode fazer a favor. Ou melhor: o humor é sempre contra.  Um exemplo? Nem precisa.

# –  Mas imagino, por exemplo, o sujeito tentar “ajudar” com o seu humor um ladrão ou suspeito disso a se livrar de uma tornozeleira que nele fica tão bem que até parece com ele ter nascido.

# – Tudo isso para dizer que é cretinice – em muitos casos é burrice mesmo -, considerado o fato do humor ser do contra, é essa sacana tentativa “humorizar” tragédias e usar as tragédias para fazer humor.

# – Brincar com o Corona, incêndio em supermercados postos de gasolina e outros, mortes em acidentes e outros, sejam aqui ou ali ou na casa da mãe que o partiu, é uma tremenda sacanagem. Uma burrice sem tamanho.

 

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