o dia mesmo eu não me lembrou. sei que era um dia de semana. acabara de passar cantarolandopela r o estrondoso  de ronnie cord – poucos se lembram e muitos nem sabem quem foi –  pela rua augusta. assim todo turista olhava para um e lado e ooutro e imaginava como “eram esses tempos em 1964″. a composiçoai é do maestr Hervé cordovil.  uma prsente de pai (era realemnte) para fiho (otra realidde),.umd ia ainda passarei nessa rua. anos anrtes eu imaginadra. morando  – ainda contniuo – no pacato e ainda bgucolocio bairro de jaguairbe sonhava conhecer o rio e sao paulo nada de orapa, frança ou babinha. rio e saõ paulo. asgora estava em sao apualo no no local mais “descollado do brasil”. era assimq ue se falava da rua agusta naqueles ano e anos depoiss desse. mas sem prsssa, pois  naquela eqpoca apesar ( nção pesava)  juventude saia por todos os bolsos do corpo, aandando devagar, recebi um inesperado convitde de um amigo : lembrando o teu irmão que era fa nmero do agnaldo timomote, quees conche-lo” ? tudo bem. assim respondiu sem mjuito entusmiamos. “onde iremos encontra-lo ?”; pergunteio-lhe em seguida:  na camara muncipal. a respsto foi rápido. mas depois de responder na rapçidade de um django livre de tudo scando o seu infalivo fevolver, olhe a minha roupa, aquele mesma de turista, bermuda e chinelo, abmos livres como o revovle d eque falei aí, fiquei a me pergfuntar se assism eu poderia entra naquela casa que ainda hoje dizem ser do povo. tudo bem. se não meia volgta e voltgarei a rua gusta e  descansarei sob o vão do masp na avenida paulista. nas minha cidade joão pessoa, essa que fica na minha repulbica indenpçten de jaguarib, o bairro emq ue nasci, entrar de beruma na casa de napoliao laurfeano – assim ´pe batizada a camaara da minha cidade –  nem pensar. é uma vestimenta “imporiga” para tão digna – risos – casa de suas  excelentecias. mas  chedganda a casa do pçovo de são paulo para “conhecer” o idolo do meu irmão tota, que vibranva “gritando o seu grito” soltado pelo roberto carlos exclsuivamenrte para ele, qual foi a minha  supresa: agando timomen. que tinha uma apto na rua austos em que se hospedava quando não estava no rio, lanre de subir até o seu gabnitge, perguntei a das rececpçionista se aassim  alguma impedimento  para estte MB,  tratnjando bermauda e chjinelo, adentra aquela casa. Pasua. detesto esse “adentrar”. nenhum. respndeu. naturalmmente. e essa essda foi uma das minhas primeiras palvra com o agandldo? “taí, vereadador”, eu pensava que a minha roupa seria um entrava para lhe fazere essa visitga “; E ele naquele seu jeito de falar comos e estivesse bringando com o mundo: “não, colega! o que pe issoi ? essa é a casa do povo! mesmo se nu, como o nosso povo está, nu e faminto, e quisesse falar comigo, aqui, neste gabintete, eu sereia o primeiro a gritar em sua defesa. a casa é do pvo! e não tem essa de ser obrigado a usar uma roupba bonitga para  vir aqui e falar comigo”.   não acei que ele fez questão de se assim se paresntar, se foi pelo de previam ser informado de que um jornlsita iria ao seu gabinite, um joganrlista da paaiba, parfa lhe conehcer ach que não. era o seu jeto mesmo de ser e estar. embora o fato de saber a prfofissão do visitgan – sem dúvidas ´- tenha contibuido para ele mostra-se o agandlo timomento como todfo mundo estava acostumado a ver. mas foi ótimo o papo raápido daquele dia. fiz questãod e falar da dmiração e quase idologaria que o meu bom irmão tota tinha por ele. sordriu. perguntou como ele estava. disse-lh que ele não esava mais morfando entre nós. fa zia um bom tempo que el trocou de roupa e foi morar noutra cidade. os meus entimemntos, disse na voz caractristica. Deus o colocuo em bom lugar. concordei com  e em seguida, sem dar aquele de igodo e pedir´lhe permissão para uam foto ao seu lado, pois sou um merda nessa coisas de fã e autobrafo, consierando ainda que não tenho iddolo nem fá eu sou nem era dele, deixei o idolo do meu irmão com  os seus “gritos contidos” e sai pçor spaulo, sem muita pressa, catorlando “É sempre lindo andar na cidade de São Paulo. O clima engana, a vida é grana em São Paulo”> eu era fã do Premê.
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