Arquivos Mensais: junho 2016

Por que só na hora da sede procuram um sede em mim ?

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Essa animou a folia do Momo. Era o ano  de 1954. Faz tempo, não ? Muito. o carnaval tem dessas coisas. Na brincadeira, apesar do barulho no salão e dos confetes e serpentinas, o recado é dado: “Eu não sou água pra me tratares assim. Só na hora da sede é que procuras por mim”.  A composição é e Monssueto ... Leia Mais »

Eu não sou água! Sede ? Somente a de ceder!

só na hora da sede é que procuras por mim...

Acreditem. Nada mais me faz mais desejar a ausência quando os ausentes sentem a minha presença e dela precisam!  Nada mais natural. Estás sumido? Verdade. Nada de sumiço. O perguntador é quem não precisou – ainda – de tua ajuda. Tem gente assim. Conheço gente assim. Muita. Se te procuram, um pé na frente e outro atrás, de ti estão ... Leia Mais »

Habemos Habacuque, o “abraço amoroso”!

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Não vou mentir. Posso repetir? Obrigado: não vou mentir. Entre as poucas – nunca parei pra contar – manias que tenho, uma, se um dia eu tive, não tenho mais: mentir. Verdade. Essa não é mentira minha. Pois é. Assim começo esta segunda-feira: contando uma das manias que nunca tive e agradecendo ao Freud dos nossos tempos, o Dr. Google, ... Leia Mais »

Gonzaguinha e o Gentileza amansador dos burros homens

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Gosto dessa música de Gonzaguinha. Confesso.  Letra somente ternura. Um Gonzaguinha somente ternura.  O canto é  melhor ainda. Pausa. Gonzaguinha na verdade nunca cantou.   Um dia – no Teatro Santa Rosa – ele me disse: não cantava. Nunca cantou.  Mas sabia como poucos dar o  seu – dele – orecado.   Isso ele fazia e queria fazer: dar o seu recado. ... Leia Mais »

O colar de Dumas

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 Sem regras nem pregas (no bom sentido, claro) nesse pensar livre e livre pensar. Segunda-feira. O começo. Ou o recomeço. Estou a devanear (gostei) sobre as coisas que leio e aquelas que nunca li. Essas, as ultimas, morro de vontade de ler um dia. Um dia lerei. Saco livre e levemente vazio. Raro não estar de saco cheio. Raro. Um ... Leia Mais »

e não é que bateu uma saudade danada de dona chiquinha!

não me perguntem que eu não saberia dizer como surgiu a historia. surgiu. apenas. gil de rosa é de uma capacidade feladaputa de perceber e descobrir letras de musica nos escritos deste malabarista de palavras. isso mesmo. apenas. nada mais fiz que contar uma história de dona chiquinha. nada acrescentei. um perfil de filho que aprendeu a perfilar a mãe. ... Leia Mais »

Aldo Lopes, Francisco Florêncio e o Verão que eu tapava!

verão modelo

Aldo Lopes de Araujo é um princesense da gota serena.  Esse eu conheço.  Um cara que escreve sem pregas e sem cabrestos. Bom pra Carvalho.  O Campos! O Campos! As apalavras escritas ficam felizes em serem escritas por ele. Fomos companheiros de colunas. Nada de colunas do meio. Somos espadas e no meio nos metemos. Brinco. Aldo é aquele dos ... Leia Mais »

Conhecer-me! Eis aí o “x” da solução!

Human head with an open window and a stair - 3d render

Tentei. Não consegui. Devorar-me? Nem pensar! Aceitei o fato de ser um desconhecido para mim. Mas essa história de não existir salvação fora da sociedade é tolice. Muita. Insensatez. O cara que disse essa besteira deveria estar doente de solidão. Deve. Não brinquem! Essa doença existe! E mata! Gilberto Nascimento é compositor e poeta. Parceiro e amigo. Irmão. Escolhi-o para ... Leia Mais »