Arquivos Mensais: julho 2020

ralar com o dinheiro público é o máximo!

dinheiro publico dois boa

a placa está quase impedindo que eu entre em casa com o meu alazão vermelho com cascos de borracha.  tá ali para  dizer que “nós gasta, mas nós faz”. tão lembrados daquele ditado que virou marca do ademar de barros? por aí. não fotografei a placa da propaganda. se foi por vergonha ou coisa pior eu não sei. ainda. mas ... Leia Mais »

os ônibus não param e no entanto eles sempre enriquecem…

onibus lotado

O tempo não para. Os ônibus também não podem parar. Não é uma questão de tempo. Mas de lucro. Os empresários que usam essa concessão pública estão pensando no privado. Apenas.  A saúde do povo pouco ou nada importa. Assim parece. Todos com lenços cobrindo os narizes, e documentos marcados pelo cifrão. É o importante para eles. Imagino a tragédia sobre ... Leia Mais »

O rubro das palavras ESCREVO todas as manhãs como se fosse pela primeira vez. Todas as manhãs eu não escrevo pela primeira vez. Mas, todas as manhãs escrevo palavras espantosamente infiéis Leia Mais »

Essa insônia poética dos meu carneiros…

images (18)

gosto do ritmo. sobretudo. muito. as palavras não brigam entre si. harmonizam-se. harmonia sente-se em cada verso. diversos. sem exceção. não raras vezes a ironia sorri. gargalha. as palavras brincam de pular amarelinha. aqui. ali. acolá. leio poemas. agora. nenhum verso é castrado. nem o poema. leio poema. é noite. noturno.nos turnos…   Noturno (Sérgio de Castro Pinto) nenhuma ovelha ... Leia Mais »

ninguém é burrro para discordar!

burro é verdade

tudo vai passar. nada de repetir aquela besteira de que tudo é passageiro sem tirar o cobrador dessa máxima. a pandemia agora virou obsessão. o vírus. o corona. o coronavírus. chego em casa e dou um freio daqueles que se fosse naqueles tempos em que pegava o último ônibus para não voltar para casa a pé chamaria de “arrumação”. isso. ... Leia Mais »

caetano

caetano

o face me lembra. foi em quatro de julho de 2015. mas vale ainda lembrar. Acreditem. Sem saco pra isso. Escuto apenas para poder perguntar: meu Deus, Isso é genial ?! Maravilhoso?! Sem comentários. Apenas transcrevo um pouco desse “poema genial”.: “O velho transformou o mito Das raças tristes Em Minotauros, Junior Cigano Em José Aldo, Lyoto Machida Vítor Belfort, ... Leia Mais »

sergio castro pinto

gosto do ritmo. sobretudo. muito. as palavras não brigam entre si. harmoniza-se. harmonia. sente-se em cada verso. diversos. sem exceção. não raras vezes a ironia sorri. gargalha. as palavras brincam de pular amarelinha. aqui. ali. acolá. leio poemas. agora. nenhuma verso é castrado. nem o poema. leio poema. é noite. noturno. noturnos (Sérgio de Castro Pinto) nenhuma ovelha pula a ... Leia Mais »

espalhar é o que me resta/o meu olhar em festa

quarentena

Lendo por aí o que os amigos e outros que não fazem parte desse grupo escrevem. Fora do espaço, mas lendo.  Uns são textos em que dão gosto espalhar os olhos. Outros nem aí. Nem eu nem eles.  Entre os muitos que são espalhados no espaço deste olhar curioso desfilam os poetas Sérgio de Castro Pinto e os “doutos” Waldemar ... Leia Mais »