A Indochina da Bela da Tarde (ainda) cinquentona!

A Indochina da Bela da Tarde (ainda) cinquentona!

Esperando o Corona passar rápido – está durando muito! – como um filme ruim, acabei de assistir a Indochina, filme francês de Régis Wargnie, de 1993. O filme traz a Catherine Deneuve em uma de suas muitas boas fases.  Tanto que foi indochina umindicada na categoria de melhor atriz, mas, infelizmente para ela (paralela é outra coisa), perdeu para a excelente Emma Thompson, de o Retorno de Howards, End.

Não vou contar a história,  porque assim como este MB, alguém que não o assistiu ainda ou deseja assiti-lo mais uma vez, por tê-lo esquecido ou simplesmente para recordar esse vencedor do Oscar na categoria de melhor filme estrangeiro de 1993, vai perder um pouquinho do novo tesão.

No entanto, apesar desse respeito com aqueles que voltarão à Indochina, confesso que fico num pé e outro para dizer mais ou menos, essa medida que vocês sabem muito bem de que se trata, como se passa essa história nos distantres anos entre trita e cinquenta. Por aí.

Nesse caso, aviso aos meus dois leitores que serei breve. Não tecerei “comentários críticos e profundos” (risos) como assim o (epa!) fazem os poucos cinéfilos que conheço, às vezes mesmo enchendo o saco deste sujeito que ainda acha que cinema é entretenimento e uma grande diversão para os cineastas. Mas vamos à história.

Uma dona de um seringal adota uma filha e ambas se apaixonam por um mesmo sujeito sem graça vestido de branco e de poucas e convincentes expressões. O sujeito é o ator suíço Vincent Pérez. O mesmo de A Viagem do Capitão Tornado,  de Ettore Scola. Tem outros como Cyrano de Bergerac  e Tudo Pela Honra. Tem mais. Mas fiquemos por aqui.  

O filme é uma espécie de… como dizer….digo:  história romântica água com açúcar. O que vale mesmo é ver as belas fotografias e paisagens (muitas paradas o suficiente para você sair o e pegar a pipoca na cozinha) espetaculares do Vietnã. A baixinha   Catherine Deneuve – Que beleza! Nasceu no mesmo dia deste MB! Vamos comemorar juntos! Ela lá e eu aqui! – dá um show à parte.  Pausa. Não estranhe. Se disse baixinha é porque baixinha ela é. apenas um metro e sessenta e oito! Mas vamos em frente.indochia dois

Catherine Deneuve nesse filme era uma cinquentona ainda aprumada. Mas o sem graça Vicente Pérez, no auge dos seus 29 anos, o que pintasse ele pintava. Sinceramente. Não achei que formaram aquele casal que se costuma dizer por aí “um nasceu para o outro”. Se acham que foi uma questão de idade, eu não vou achar nunca. A verdade é que o casal não me convenceu. E a  chinesinh Linh Dan Pham (Camile) menos ainda.

Mas que é excelente filme, disso não tenho dúvida. Não tenha. Vale a pena esquecer o Corona e se perder no seringal de uma Eliane (Catherine Deneuve) ainda com muito da Bela da Tarde!

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