a minha charge falada

a minha charge falada

serei dessa vez sincero ao dizer que sucinto serei. vou tentar.  o espaço de charges no eu plural foi feito para dispensar as palavras. o silêncio. esse que é meu característico deveria silenciar ainda mais (sic). no entanto, adversativa que raramente uso neste espaço singular que me é tão plural, diante de algumas charges ou cartuns, esses dedos malabaristas não conseguem reconhecer o seu – deles – lugar. pulam e insistem em cada pulo e desobedecem a esta cabeça em constante estado de evolução. revolução? também pode ser. essa charge aí do nani é mais que uma charge. explico:  como de tempos em tempos iremos ter uma eleição para escolher quase sempre os mesmos sacanas ou parentes e aderentes deles, virou cartum. tornou-se atemporal como os cartuns são. candidatos podres iremos ter em todas as eleições. até mesmo para síndico de condomínio ainda na planta. eu mesmo conheço muitos que em tudo que eles tocam, diferente do famoso rei midas, em merda se transforma. conheço ladrões assumidos e corruptos ainda se preparando para assumirem os corruptos que são. vamos mudar? duvido!  se mudar,  o nosso povinho bunda muda mole  que há muito está  acostumado com seus corruptos , ficarão mal-acostumados.  e , como muitos que não suportam uma democracia,  pedirão a volta dos brutamontes às ruas,  e implorar]ap por mais um pouquinho de opressão pelo amor de deus.  morrerão de tédio como o salvador daqui. enfim, sucinto (risos), como prometi: a charge arretada, e a ideia e traços idem também. viva nani!

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