deságua a poesia no varadouro do poeta políbio!

deságua a poesia no varadouro do poeta políbio!

isso mesmo. hoje amanheci somente vontade de ler/reler os poetas que eu mais gosto. amanhã será a vez de outros. e entre esses, não poderia esquecer, o meu quintana. agora fico com os poetas daqui de pertinho que soam e ressoam no mundo. nada de “poetas parahybanos”. do mundo. poeta não tem essa de ser de um lugar definido. daqui e ou de alhures. aqui em alhures eles são poetas. a sua linguagem, assim como a música, é universal. a língua dos poetas é entendida em todos os lugares onde a poesia faz morada.  e a poesia mora em todos lugares. domingo de poesia? não. todos os dias!

“O Varadouro
ainda pulsa
         vive
explode cheio de sangue
entrecortado de mangue.
                                               Ancoradouro
                                               sumidouro
                                                     retrata
                                        veias e o coração
                                        da velha cidade.”
Varadouro – Políbio Alves
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