praça é circo e feira pão!

praça é circo e feira pão!

Finalmente, curiosidade da gota serena, dei uma brechada pela brecha (sic) que a cerca de zinco permitiu, e vi o que estão fazendo de “maravilha” no espaço que fora um dia o campo de pelada do meu bairro Jaguaribe! O meu.  Meses antes, esses bem distantes, todos diziam que a feira da quarta-feira desse bairro, essa ainda livre, iria ficar arretada. Ora, pensei como o meus botões hoje mais carne do que osso, qualquer coisa que se faça para melhorar esse espaço será uma maravilha. Vou adiante.

 Você que essa feira jaguaribense não frequenta não sabe o inferno que ela vira em tempo de chuva. O inferno é grande! E mesmo com São Pedro abrindo todas as comportas do céu não consegue apagar. Agora, fazendo o meu “passeio feirístico” de sempre, nessa quarta-feira encompridei o olhar por essa brecha que falei aí em cima, brechei, como dizem muitos e desse verbo não gosto, e vi a “maravilha” que a nossa prefeitura está fazendo no que antes fora o meu gosto campo de pelada.

 Mas nada demais eu vi. Confesso. Ou seria que ainda não vi nada? Ou que ali tem coisa de menos? Não fui por ai. Vi, como vocês podem ver nessas “fotografias roubadas”, bancos de cimento, brinquedos de cimento, também, uma espécie de caramanchão (seria isso mesmo?), também de cimento, e uma pistazinha de cimento (sic) que ainda não sei se servirá (eco?)  para a caminhada dos poucos que esse espaço –  com certeza! – frequentarão ou à pratica de skate.  Uma coisa assim,

  Sei não. Sei não. Sei não mesmo! Mas bem que poderiam fazer dessa minha feira “uma maravilha”. Vocês sabem. Sou e estou em e com Jaguaribe. Por isso não preciso estar morando em Jaguaribe para afirmar –  sem medo de ser feliz – que Jaguaribe mora dentro de mim. É como falei outro dia: nasci na Rua 12 de outubro, na famosa Vila dos Motoristas, essa que esse nome não tem de batismo, casa número 950. Pois é, essa casa mora dentro de mim.

Entretanto, como dizia, bem que poderiam fazer valer esse espaço onde os meus pés de menino beijaram – nada de chutes! – pela primeira vez uma bola de meia, para, em seguida, beijar ainda mais àquelas outras de couro. Agora, vendo a “maravilha” que a nossa prefeitura estar fazendo ao lado da feira livre de quarta-feira no meu jaguaribe, descubro que é a mesma “maravilha” que já temos na pracinha da Vila dos Motoristas e, se não bastasse, na histórica Praça 11, assim batizada pelo povo, e oficialmente rebatizada com o feio – perdoem-me o homenageado e familiares –  Aquiles Leal.  Acho demais. Sinceramente. E a feira ?!

 Tudo bem. Vocês podem até perguntar “Se eu gosto de espaço para lazer?”  Ora bolas! Eu gosto que me enroco!  Porém, permitam-me, por favor, lembrar que o senhor prefeito gastou quase um milhão de reais(!!!) para que essa “maravilha” fosse vista por este MB através dessa brecha que os olhos descobriram, mas que essa mesma “maravilha” não passará, sem a “eterna vigilância” de alguns bombados ou não, nem três meses como “maravilha”!  Podem anotar.

 Agora, se valeu a intenção?  Respondo que valeria mais se tivessem feito essa feira livre do abandono e desconforto de feirantes que ali se instalam, e do público que a esses feirantes compram.  Sobretudo, como foi dito aí em cima, quando a chuva que cai não consegue apagar o inferno em que ela se torna

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