ACREDITEM: nunca estive assim tão bem quanto assim estou hoje!

A música  é Dida Fialho. A voz também. Nem precisava dizer. A letra deste malabarista de palavras. O vídeo? Do poeta Quelyno. Pois bem.  Estava passeando por aí e, eis que de repente ou mais que de repente, diria se poeta eu fosse, ele me apareceu. Ele quem? Esse vídeo que achei arretado! Parei e fiquei ouvindo. Ou melhor: assim que comecei a ouvi-lo já estava parado. “Estou assim barco sem vela bandido na tela entre o meio e fim”. Entremeio. Espaço entre dois extremos ou dois pontos médios. Mais ou menos assim. Lembrei-me que quase ninguém parou para pensar quando escrevi “ver métrica” e  o meu amigo/irmão Gil de Rosa musicou. Uma de nossas primeiras parcerias. São muitas e muitas felizes. Gil de Rosa é músico e letrista dos bons. Poeta. Mesmo que negue. Pois é. Estava assim. Hoje anos depois descubro que nunca estive assim. Assim como? Ótimo! Estou melhor do que antes de estar assim. Muito! Estou assim? Nem sei se estive. Agora que a melodia é bonita e muito disso não tenha dúvida.  A letra? Deixo como vocês.

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