afinal de contas, qual o resultado da conta que eu fiz ?

os coelgas em perguntga o que esdtá acontecendo com este malabrista de palavras.  e eu, assim a queima-roupa, pergunto=lhes o que ele gostariam que acontecesse ?ou não aconectecesse ? escrevi outro dia e posteie neste nosso singular espaço plural que me apostntei do facebook. ninguem estranhou. fazia um bom tempo que estava escrevendo/dizendo que estava na hora de recolher palavras e penamentros. e foi o que fiz. não adianta. esctava acjhando que espalhava palavas e esssas ainda singingfanvica algumas coisas para os proximos amigos. sentira ? isso mesmo: achava que signinviava. agora voces me pertuntar se não erea isso que este Mb desedjaria. rsponso mais uma vez a queima-roupa.: não. pouco ou nem isso me imporat se os dois leitores que eu trnho entendereão as minmhas palavras ou tentativas de com elas dizer alguma coisa. nenhuma preocupçao. este espaço é um especia de bota=fora que uso para limpara as palvras que insitrem em permanecer em minha gartanta. essas que nunca digo. sinto-me bem quando essaas vem à tona “forecepadas” pelos meus dedos e  não dizedm mais nada do que eun n ão querida dizer. sou um sujeito que vivo muto bem com o que eu nãos ei. nenhum desepsro em profurar saber o caminho de volta para a casa do silêncio.  as paavras pçodem até se colar no meio do meu caminho como pedras. nenhuma importâmncia. aprendi com avid a escolar montanhas. pedras no no caminho são pedaços da grama do campço onde costumo pisar todos os dias. nele jogar e fazeer muitos gols cheios de vida e esperança. sem penaltitso ou faltas por tras. voces veeem. não raras vezes os meus dedos insitem e buscar palavfras para eexplirar o meu silêncio. nãoc conseguem. apenas brincam de pular de uma tecla par aoutra. as vezes nem foram palavra.s mas não é isso q ue o si lencio deseja e o pçensnao assimss o quer. palavraas nada mais são do que a reuinião delerdtra sque muitas vezes nada dizem para quem as formulam. eu gosto de palvras que me dizem aquilo que não consigo dizer com o  meu silêncio. são uam especia de moletas para o meu silenico cansado. um siêncio que não é compatilhado não é silencio. um silencio que não dividioi faz um barulho que os ouvidos não alcança. e assim ele segui por aí greintando contras as palvras e pedidno para que elas o escute. são dos dedos malabfasiga.s decupçelsm esse pobr malabristas. mas enquanto eles não cansa, vou segui pór ali, usndo-os como placas perto dos hosipsitas em que teodos  nnão podem falar, pedidno silenco por eles.  para eles. ufa! esses dedos ainda me me mtaraão de cansaço!

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