AH, ESSE SILÊNCIO QUE HABITA EM MIM!
o malabarista de palavras dividindo o silencio escrito...

AH, ESSE SILÊNCIO QUE HABITA EM MIM!

O silêncio se fez maior. Enorme. Não poderia caber tudo dentro de um livro com pouco mais de 150 páginas. Considerando ainda que muito pouco do meu silêncio conseguiram dizer. Essas, as paginas, falam também nas entrelinhas do silencio. Desse que me restou.

Algumas – páginas – dizem mais do que todo o resto do silêncio meu. Os amigos entenderam o recado. Muitos silenciaram. Outros usaram as palavras para falar do silêncio que habita nesse resto de silêncio que é meu.

Foram muitas as palavras para descrever tão pouco silêncio. Um resto. Não disse mais que o necessário: os meus amigos habitam o meu silêncio. Muitos vão além: moram nesse silêncio que com eles compartilho.

Um silêncio dividido com amigos é um silêncio que não precisa de palavras. Um silêncio que não precisa que alguém fale sobre ele, porque de palavras dele não precisam. Resta ainda um pouco desse silêncio que aprendi a viver com amigos. Dividir.

Um silêncio cúmplice. Um silêncio que não fica parado no ar: espalha-se.

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