Algo assim como quem se acostumou a olhar borboletas…

Algo assim como quem se acostumou a olhar borboletas…

Dia chuvoso. Ainda manhãzinha. Os pássaros cantam e nos encantam com o seu cantar. Chego sem pressa. Normal. O meu natural. A vida curta.  E, sem pressa, aprendi a curtir a vida.

 A noite foi longa. Não mais longa que as noites anteriores. Chego em casa. O lugar é comum: leio ou assisto a filmes. Acontece todas as vezes que saio do trabalho. Saindo e começando o lazer.  

A leitura para mim é um prazer. Não leio por “obrigação” de conhecer ou saber. Ler é um prazer.  Algo assim como alguém que se acostumou a olhar borboletas no jardim e nunca sai ide casa sem antes fazer isso: olhar borboletas no jardim.

 A manhã me pega com uma vontade imensurável de vivê-la como se fosse a primeira na vida e última entre as muitas que ainda viverei.  Uma manhã sem “novidade nova”. Diria um colega de trabalho.

Mas não estranho o pleonasmo. Ele não sabe o que é pleonasmo. Bonner, o Wiliam, o global, sabe. Mesmo assim “pleonasmou”: “Sindicatos criam taxas novas”. Uma beleza!

 Lembrei-me da bela chamada da rede Global para a sua velha novela reprisada as tardes da segunda a sexta-feira: “Hoje capítulo inédito de “Vale a pena ver de novo”.

 Tudo nessa manhã de sexta-feira chuvosa. Mas nem aí. Um sol sempre carrego dentro de mim. O meu. Hoje é sexta-feira. Que então venham outras.

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Um comentário

  1. 1 BERTO,

    Que beleza, que leveza de texto, parece mesmo com borboletas voando,
    gostei, quando você disse por escrito, que ler para você é um prazer, e não uma obrigação!
    Parabéns, pelo seu belo prazer! um dia ainda chego lá!

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