Ao estresse eu digo não! Não é proibido proibi-lo!

Ao estresse eu digo não! Não é proibido proibi-lo!

As reações, porém, não são internas. Acreditem. Podem apostar.  Essas estão serenas como a água da chuva que assisto agora descer pela biqueira – saudades do menino-jaguaribe – da minha casa! Por dentro, como diria o meu bom irmão Dapenha, tudo está “x-caçarola.

 Às vezes, porém, essas não raras, quando esse mundo lá fora que não é o meu ameaça o mundo que carrego comigo e somente eu sei do seu peso e tamanho e até onde posso carregar, as armas que uso para enfrentá-lo são o canto e a poesia. Explico melhor no próximo parágrafo.

 Esses dois remédios, canto e poesia, são infalíveis. Basta uma dose de Mario Quintana, Sérgio de Castro Pinto, Políbio Alves, Jomar Morais, Vanildo Brito, Paulo Leminski, Manuel de Barros ou Carlos Drummond, para não citar “outros remédios”, que tudo parece navegar em um mar somente calmaria!  O canto? Ora, por que não ouvir Gil de Rosa cantando “Velas”, “Sede de ceder”, “Eu menino” ou “Ela me ensinou a comer flores”?

 Não me estresso facilmente. Digo, bato no peito e reconheço a firma. Apesar das inúmeras e vãs tentativas dos que vivem fora desse mundo que carrego em me ver desequilibrado, não me desequilibro! Dez minutos apenas! É o que preciso para me reequilibrar! Mas que estou cansando, negar nunca hei de – estou!

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