Arrigo canta/conta a história doída da “Caixa de ódio” do Lupícino Rodrigues

Vocês podem até dizer que não é nada bom amanhecer ouvindo Lupicínio Rodrigues (aqui vou de Arrigo Barnabé)  cantando e gemendo pelo fato de ter o peito transformado em “Caixa de ódio” por um coração que não soube perdoar.  Mas nada de perder a hora. Nem o tempo.  Nem o bonde. Nenhuma importância para este Malabarista de Palavras tem o fato de ouvir Lupicínio cantando suas dores ao amanhecer.  

Músicas tocam ou não me tocam. Podem tocar à vontade! Divirtam-se!  Cantem!  Somente o estado de espirito é quem pode dizer se aguenta ou não escutar o que está sendo cantado. Se o Rick aguentou em “Casablanca”, por que não aguento por aqui na minha República Independente de Jaguaribe? Pausa.  Atente. Escrevi “escutar”. Ouvir e outra coisa. Nada mais que um sentido. Apenas.

 Então mesmo que seja numa manhã tão bonita faz sentido escutar música.  Escutar ou ouvir. Não tem comigo aquela de “música boa e ruim”. Uma música é uma música é uma música! Se ruim tudo bem, mas nunca deixará se ser música!

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