as palavras escritas de grão em grão acabam enchendo o saco desse vírus pirangueiro

as palavras escritas de grão em grão acabam enchendo o saco desse vírus pirangueiro

Estou sempre evitando espalhar posições políticas sejam essas de esquerda ou direita ou do meio, neste singular espaço PLURAL. Ora bolas!  Nunca vi tantaS discussões cheias de “eu acho” e “não sou” e outras negações e indecisões discussão chargepróprias de quem realmente não sabe o que acha. Nunca vi tantos analistas políticos dando as suas opiniões sobre gatos e cachorros amarrados em seus quintais.  Uns são contra porque buscaram algo em seu favor e não encontraram; outros continuam procurando, e utros ainda são a favor porque têm assegurado no final do mês o suficiente para continuarem puxando os sacos dos seus. Eu vendo tudo – não são obrigados a comprar. -, calado, prefiro ficar em casa ouvindo o irmão/parceiro Gil de Rosa dizendo que vale a pena espalhar versos e canções pelo caminho. Tudo sem quaisquer preocupações se esses e essas trazem o lucro que afasta e transforma os homens. 

 

Um dia ainda iremos esquecer que por aqui passou um vírus recrudescendo ainda mais a distância entre os homens. distanciamento

 

Os textos sobre música de Dom Cardoso são aulas de história da nossa melhor música popular. O Eu Plural está cada vez mais singular com a publicação de suas apuradas pesquisas e análises a respeito de sua – da MPB – história e  seus por muitos esquecidos personagens. Um exemplo muito bom  foi esse  publicado ontem sobre Noel Rosa e  sua – dele – melhor intéprete Marília Batista.  São textos bem escritos e fundamentados.  Muito bons de ler. É como se estivéssemos ouvindo um “papo de botequim”. Noel Rosa? Sempre!  José Cardoso é um advogado em defesa da história da nossa boa música popular. Tudo sem esquecer aqueles que a escreveram. Leiam, pois, leiam-no.  Sua estreia por aqui já deu o que falar. cardoso dois

 

Igrejas evangélicas – essas em especial – estão sendo vendidas prontinhas para o uso e abuso. Infelizmente. Até mesmo os pobres e leigos e inocentes e úteis fiéis seguem nas transações. Valei-me Cícero: O tempora! O mores!  A palavra de Deus é usada por esses vendilhões como mais um produto de consumo entre os muitos expostos em seus balcões de milagres.  Perdoar porque eles não sabem o que fazem? Eu? Nunca! Sabem e fazem porque sabem que os que não sabem acreditam nesse saber espertalhão deles. Vade retro sacanas! E se de retro não poderem ir, chamem o Uber.  Os fiéis pagarão a conta.erro vender igreja

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