Arquivos do Autor: Humberto

cinema também é música!

Alguns filmes não  se consegue imaginá-los sem música. Um filme mudo, com algumas raras e boas exceções, perde muito. Nas exceções aí, um dos  meus dois leitores deve ter sacado,  me refiro a Charles Chaplin. Ele sabia  que a mímica e o silêncio nos  seus filmes eram essenciais. Principalmente o silêncio. Em alguns  nunca aceitou colocar  palavras. Mesmo com a ... Leia Mais »

BARRA DE MUITAS ROSAS…

barra de santa rosa

essa foto de antonio david é um tiro colorido no olhar. uma beleza! a simplicidade da cidade combina com a maneira simples de ver o que os outros não veem. sou fã dessa foto e do artista que conseguiu extrair  tudo o que a foto era capaz de dar. Leia Mais »

No fundo do peito Henfil era um apaixonado pelo Verde-Amarelo…

henfil dois

Henfil no fundo n0 fundo, lá no fundo do peito era mesmo um apaixonado pelo Verde-amarelo.  Suas críticas desenhadas, escritas ou faladas sempre foram para ajudar a mudar a cara sem veronha de nossos presidentes e seus – deles – ministros  auxiliares. Ele sentia –  muito –  que o povo brasieliro era –   não tanto, mas continua ainda – conduzido  ... Leia Mais »

Se colar colou ou o colar de Alexandre Dumas!

o colar não era assim, mas o pescoço era o lugar dele.

Sem regras nem pregas  – no bom sentido –  no pensar livre e livre pensar me pego nesse domingo a devanear sobre as coisas que leio e aquelas que nunca li, mas morro de vontade de ler um dia. Saco livre – não uso cueca em casa – e levemente vazio, naquele vai e vem entre as coxas, ouvindo baixinho ... Leia Mais »

Memórias minhas e do Médico de Alexandre Dumas

O pai Alexandre Dumas do filho Alexandre Dumas também.

Outro dia, depois de lido o Colar aí de cima, pensando no dia que se aproximava para servir ao exército, como sonhava o meu pai, temia a minha mãe e me fazia ter pesadelo, tomei coragem e mergulhei fundo nos muitos volumes (quanto são mesmo?) do seu histórico Memórias de Um Médico. E que histórias bem contadas! Como o Alexandre ... Leia Mais »

Entregamos os pontos e ficamos reticentes…

humberto e flor dois um

  No principio, era quase nada: sabiam-se as horas e alguns números de telefone, um samba de Ary Barroso e quando terminariam as aulas. Quase nada. Mas a pressão interna aumentou na medida em que fomos mártires do cotidiano. E, em breve, havia mais temas nas conversas noturnas. Soubemos quem era o responsável pela desgraça do país. E quem se ... Leia Mais »