Arquivos do Autor: Humberto

Confesso que senti…

InShot_20200203_125530348

Não sei se acontece ou já aconteceu com um dos meus dois leitores. Pois é, comigo acontece quase todos os dias. E se digo “quase” é  porque não são todos os dias que alivio a barriga em casa. Muitas vezes nem fora.Tudo bem contigo? Ótimo. Só que tem dias que cansado de ler e ver e ouvir tanta na merda ... Leia Mais »

cor de burro

A expressão “cor de burro quando foge” é uma corruptela de “corro de burro quando foge”, que designa o comportamento agressivo do animal que pode dar um coice em alguém próximo. Hoje em dia, a expressão “cor de burro quando foge” é utilizada para se designar uma cor em que não se sabe definir precisamente qual é. Também é comum ... Leia Mais »

curiosidade

sou por natureza um sujeito curioso. sujedito e predicados.  não é filosoisa nada a aprendere. nada a ensinar. Josetein Gardeder diz que que  ensino da filosofia não precisa ser complexo, intricado. E que teem a ver com curiosidade, essa  mania de fazer perguntas, algo que perdemos na cultura ocidental quando envelhecemos. Se estou envenecelhlence ? a cada dia. a rprova ... Leia Mais »

Entrincheirados desde 1917.

filme-1917-2-1200x800

Nada daquele tesão primeiro que sentia nos meus tempos de menino-Jaguaribe quando escutava falar em um filme que estava concorrendo em dez categorias diferentes do Oscar. Aqui, sem muito esforço, apenas lembrança de cinéfilo, me vem à cabeça Titanic (James Cameron, 1997), que recebeu 14 indicações e 11 prêmios; “Ben-Hur” (William Wyler, 1959), com 12 indicações e 11 prêmios, e ... Leia Mais »

Confissões para um pecador que confessa santo não desejar ser

confissões

Agostinho de Hipona.  Estranho? Muito.  Hipona? Também achava. Hoje, não.  Hipona é uma cidade na província romana da África. Mas tudo mudou. Tudo flui. Heráclito estava certo. Ambos estão.   O de Éfeso e o meu pai de Jaguaribe. Hipona hoje é Annaba.  Na Argélia. Tá explicado. Nada mais a estranhar.  Mesmo não sendo réu confesso que gosto dele.  Santo Agostinho. ... Leia Mais »

cego é quem não ver que o amor pode cegar…

amor é cego

NÃO TENHO certeza da máxima/. PARA MIM/ o cego é quem não ama/  MAIS AINDA:/ é aquele que não ver/que o amor de cego de nada tem/  Pode até  cegar/ E MESMO  que não visse/Seguiria o caminho que vai dar/ no coração dos homens de bem/ UMA CAMINHADA/ Com a segurança de quem de olhos abertos/ corre para abraçar um filho. Leia Mais »

esse vazio que me enche

vazio-agudo

diferente do poeta./estou vazio de tudo/ mas  tem jeito/ tudo na vida tem/vem/ és  única/ às vezes dizem/ só “não tem um jeito para a morte”/mas essa não precisa de jeito/tem um jeito próprio de ser/ viver/é imortal/ela é a tal/entre o matar/e morrer. Leia Mais »

Dapenha nunca morrerá de saudades, essa é apenas uma doença passageira!

dapenha olhando o mar dois

A saudade mata a gente.  Foi assim, mais que de repente, que me lembrei dessa morte.  Nesse   exato momento em que sinto que o meu bom irmão e amigo Dapenha está doente de saudade. Disse doente. Morrer? Ah, isso ele não vai nunca. Pelo menos enquanto vivo estiver este Malabarista de Palavras. Podem anotar:  Dapenha não morrerá, assim como não morreram ... Leia Mais »