BOTAFOGO DE NICÁSSIO: O MATADOR DE TRICAMPEÕES!
Nicácio: O bom volante do "Matador de Tricampeões"

BOTAFOGO DE NICÁSSIO: O MATADOR DE TRICAMPEÕES!

Ele procura ratificar a sua análise lembrando a história do meio-campo que “matou” tricampeões famosos. Flamengo e Internacional.  Nicácio, Magno e Zé Eduardo. O Matador de tricampeões. Era o ano de 1982. A glória! Esse tempo parece não passar nas cabeças de botafoguenses como ele.

Acho que ainda guardo boa lembrança desse bom meio-campo do Botafogo de Heráclito de Almeida. Explico. Heráclito de Almeida, o pai de Paulo e também meu era outra botafoguense. Um dia sonhou com este filho jogando no time dele, isto é, no Botafogo da Parahyba. Não era o meu sonho. Nunca foi.

O meu irmão Paulo insiste: Nicácio era muito bom. E Magno? E Zé Eduardo? Todos bons. Depois deles nunca mais outros escreveriam a história desse clube com tantos belos dribles e gols que balançariam a rede e faziam adormecer os seus torcedores. Sonhavam acordados: seremos eternos campeões com esse time!

O nome de Nicácio?  Não sabe. Nicácio. Apenas? Não. Agora a sua – dele – memoria responde presente: Cícero! A lembrança, diz-me sorrindo, veio acompanhada do ex-ponteiro do Santos de Pelé, Ferreira, que um dia fez o craque e um dos maiores dribladores da história do futebol, Edu, mudar de posição. A Ponta-esquerda do Santos seria dele! Mas essa é outra história.

Nicácio, o Cícero, às vezes sim e às vezes não, dá uma de comentarista na sua terra. Ceará. É um bom comentarista? Não sabe. Mas, ressalta, se comentar pelo menos cinquenta por cento do que jogou, será um bom comentarista. Paulo, o meu irmão, parece saber tudo sobre ex-craques do seu time. Falei “ex-craques”, não “ex-crotos”. E esses, Magno, Nicácio e Zé Eduardo, segundo ele, estão na lista dos ex-craques.

Um dia, prometi-lhe na ocasião, se possível baterei um papo com os dois e lhe contarei coisas que ele, mesmo fã desses ex-craques, ainda não sabe. Um dia. A verdade é que não ando com o saco cheio de bolas ou não para andar batendo papos por aí. Nem bola. Mas, despeço-me dele, prometendo – um dia quem sabe… Quem sabe um dia o saco não estará vazio?

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