CHEIO E MEIO DESSE VAZIO!
Teixeira: o craque da bolinha por sobre a rede

CHEIO E MEIO DESSE VAZIO!

# –  Nada mais inútil que essa discussão entre o gol de Pelé número mil no Maracanã e os novecentos e noventa nove em nosso Estádio Olímpico. O gol é aquele do genial Pelé, cantado em versos e prosas pelo  insuportável Edson Arantes do Nascimento.  Eu estava por lá. No Maracanã não, no Estádio Olímpico. Por lá, num choro sem muita convicção , Pelé disse “Pensem no Natal. Pensem nas criancinhas” Por aqui,  no Vestiário do Santos, levado ali  pelo meu velho e saudoso Compadre Heráclito, (meu bom pai) ouvi do também imbecil Edson “Vamos embora logo dessa cidadezinha…” Não sei se disse “de merda”, mas, se não disse, deixou nas entrelinhas. Eu lembrar? Nem do Edson nem de suas descargas pela boca. Pelé ?! Esse não vou me esquecer.

 # – Vale a lembrança lá deles: “Marcado em 19 de novembro de 1969, às 23h11, Vasco 1 X Santos 2, com 65.157 pagantes. O jogo era válido pelo Torneio Roberto Gomes Pedrosa, o campeonato brasileiro da época. Aos 33 minutos do segundo tempo o zagueiro do Vasco Renê cometeu pênalti. Pelé cobrou com pé direito no canto esquerdo do goleiro Andrada, que se esforçou, mas não conseguiu defender o pênalti. Andrada não queria sofrer gol de Pelé pois achava que deixaria de ser conhecido como bom goleiro e passaria a ser lembrado somente como o goleiro que levou o milésimo gol. Ao ser cercado pelos repórteres, Pelé disse: “Pensem no Natal. Pensem nas criancinhas”. Pelé vestiu uma camisa do Vasco de número 1000 e deu a volta olímpica no Maracanã. A bola do milésimo gol era da marca DRIBLE”.

 # – Não queria amanhecer com notícias que não fizessem festa para esses  meus olhos curiosos. Mas ultimamente somente isso tem acontecido. Fujo das péssimas notícias, mas elas insistem em me  perseguir. O coração pede uma trégua e a  alma, se nela acreditasse,  mais leveza.  Não sou de viver pedindo ao Deus em que acredito por eles. Não preciso. Deus – esse em que acredito – sabe muito bem o que eles merecem e mais ainda do meu silencioso pedido. Para quê gritar, se Deus entende melhor o silêncio? E se nesse silencio cabe tudo, inclusive as palavras que saem desse grito? Sendo assim, que Ele cuide dos meus,  como de mim tem cuidado.

 #   – Sem querer pegar no pé, como alguns dizem quando queremos dar uma mão, continuo afirmando que a simpática –  antipática pelo esforço visível de ser mais simpática ainda – Denise Belmiro, a substituta da – naquele momento –  insubstituível   Edilane Araújo,  continuo dizendo/escrevendo que ela  precisa urgentemente de um fonoaudiólogo. A sua voz de repórter, apenas, não casa bem com a de apresentadora. Se numas faltam o que se pode chamar de “fio terra”, noutras, como o caso dela, tem “fio terra” demais. A verdade é que desde a sua estreia sinto a falta de Edilane Araújo. Mais: não estou conseguindo assistir ao bom Jornal da nossa Globo tupiniquim. A voz da simpática Denise tem incomodado esses meus exigentes ouvidos. Mas há de melhorar. Eu acredito.

 EM TEMPO:  como falei a Rosa nas primeiras horas da manhã, ando tão cheio de tudo que não tem descarga no mundo nem na televisão (podem rir)  que me esvazie. Nenhuma dúvida: estou cheio e meio de todo esse vazio!

Em tempo dois: nada a ver a  foto do craque ai, josé maria Teixeira de carvalho, com esse vazio que falo no título destas mal-traçadas. Apenas lembrar  que estou na torcida – torcemos juntos, ele precisa  –  para ele vencer mais essa partida. E vencerá!

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