curiosidade

sou por natureza um sujeito curioso. sujedito e predicados.  não é filosoisa nada a aprendere. nada a ensinar. Josetein Gardeder diz que que  ensino da filosofia não precisa ser complexo, intricado. E que teem a ver com curiosidade, essa  mania de fazer perguntas, algo que perdemos na cultura ocidental quando envelhecemos. Se estou envenecelhlence ? a cada dia. a rprova disse está nas minhas artérias. e por ai que a gente começa a envelhcer. çpelas artérias. curisodiade. descofio de todo aquele que é curioso. curiosa. mas tambaém não exijo muito. não sou exisgente nemn nessa nem emoutras coisas. em poucas. a curiosidoade é prorpcional ao cultura de cada um. verdade. foi çpor aui que Jean-Jacques Rousseau caminhou. disse outro dia para uma pessoa minha que a ainda por muitos desconhecida Anaíde Beiriz que sempre achdei estranha a sua mortte. essa pessoa que ouvi “apenas” fala um dia kem anaide beirez continou calada. nem sequer pensou em saber o motivinho desse estranhando, assim de repente mudou a conversa e meregulhou de corpo e alma no facebook. ali é o seu mundo. fora dele não há salvação. ela pensa. nenhum entusiamo para saber o poque desse meu estranhmento com o “suposto envenamento”. não vejo em anayde uma suicidada. também não vejo em joão dantas  –  sujeito de coragem – um uum sujeito que pudesse “ser egolido” com outro suicidad em potencdia. jão dantas não iria “degolar-se”. a pessoa minha sem curiosdaid enem aí.  a falta de curisodiade é propricional a cultura de cada um. a verdade mais verdaderi que li. assim mesmo: verdade verdader. sou um um donte de curiosidade. fosse apenas asc oisas que acontecem fora de um diconário até que tudo bem iria. sou curiose por plavras, atos e penamentos. faz tempo fui acusado por um colega de letras de ser um “piolho” de dicionário. não disse “piolho”. mas foi algo com esse parecido. dissae mais: tinha a mania – não falou “vício” – de viver pescando novas palavras no dicionário e descobfreim, com elas, novos pensamentos.  nunca fui asssi também não. tdão assim. eu gosto das palvras e mais ainda de desbofrir o que elas singnficam.  afinal um palavar sem singinficad não tem senteido algum. não serve nem para abrir os nossos olhos de spalho ao pronunica-la. sem singinficado a palvra não tem vida. não existe. a pessoa minha não usa palavras assim – sem singnficado – enm tem a curiosidade de saber o oque elas signficaam. usa-las um dia ? nenhum interesse. sou cirioso por natrueza. acho que todo ser que pena e por isso memso existe é um curioso. a curiosdiade stá para os olhos e a mente que vrilha, como a alma, para quem acredito nela, está para o corpo.  faça um experiencia. os olhos das pessoas sem cruisodiade brilham pouco ou nada brfilha quando descobrem, por exemplo, que UY Seuti , sitauda na constelação de Scutum, tem um voluma de aproximandte 5 bilhoes de vezes o tamndo desse n osso dol que parece não existdir nada que se aproxime do tamanho dele. ou seja, 1.392.000 quilômetros de diâmetro. achoque isso acontce com essas pesoas, simplsmente porque elas se conderam o centro do universo. ou, se não, que esse planetinha de merda em que nós mrarmos é o centro de tudo que giram nesse espaço. a curiosidade

 

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