Danuza também poderia confessar que viveu
o tempo é implacável mesmo (principalmente) para os que viveram...

Danuza também poderia confessar que viveu

Não cheguei a ler o “gran finale” do “Quase Tudo” de Danuza Leão, lançado em 2005, mas que só agora, sem nada para ler, passeando pelo Shopping Tambiá, espaço com cheiro de plástico assim como todos os outros de sua espécie, comprei-o para matar o tempo.  Não o matei ainda.  O livro ? Uma promoção. Mas se querem saber de uma coisa, sem medo de ser feliz, esse que nunca tive, até que gostei!  Um “livrinho” de memórias? Ora, seu… Desculpe, quase saía um palavrão. Danuza nunca será  um Pedro Nava de saia. Quem não sabe ? Mas gostei. Daunza, guardadas as proporções, pois não sendo assim seria uma “impura e enorme imbecilidade”, bem que poderia ter intitulado as suas “noitadas sociais” de “Confesso que vivi”. Tudo bem. Isso se o Pablo Neruda assim não tivesse vivido antes. Voltarei um dia as suas – dela, de Danuza – histórias.

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