Depois de um bom tempo em silêncio, com Cátia de França, tiro as palavras do cabide do pensamento…

PORQUE SAIR AGORA DO MEU SILÊNCIO…

Ando num silêncio da gota serena. Os amigos sabem o porquê. Falar? As palavras não seriam capazes de dizer o que muito diz esse meu silêncio. Pendurei as palavras escritas por um bom tempo. As faladas? Balançam no arame do sentimento. Ainda.

Mas tanto tempo se ver e ouvir a excelente Catarina Maria de França, desde aquele dia em que ela entrou no meu “todo preto com cascos de borracha”, aceitando a carona que lhe ofereci, todo satisfeito pela companhia, falamos a mais de cem por hora sobre coisas e loisas do universo musical e político verde-amarelo, nunca mais!

Lembro um pouquinho do papo: “eu quero é tocar e cantar para todo mundo!” Me dissera. No caminho, ouvimos Gil de Rosa cantando as coisas nossas. “Esse cara canta muito”! Dissera naquela sua maneira característica de falar! “E que coisas arretadas ele canta” Voces são arretados!”Pausa. Por onde ele anda? Perguntara. Por aqui, agora, Cátia, ouvindo e gostado de tuas coisas! Ela sorriu!

Agora, vendo esse vídeo, deixei o silêncio de lado e, assim sem querer, tirei algumas palavras do cabide do pensamento. Mas que á vida é uma… Deixem pra lá.

 

Putabraço pra vocês! E um mais forte ainda para o meu filho Erlandsson…

erlando-e-gerlaine-dois

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