Djavan: um artista que pensa e faz pensar

Djavan: um artista que pensa e faz pensar

Sempre gostei do Djavan com os seu “ai, mas estou tão feliz. Eu? Poderia estar mais.

Mas, como dizia, Djavan não raras vezes, como cidadão, pensa muito melhor que o bom compositor/cantor que ele é.  Tenho algumas restrições quanto aos seus “São Jorge, por favor,  me empresta o dragão” e, mais ainda,

“Quando se tem o álibi

De ter nascido ávido      

E convivido inválido        

Mesmo sem ter havido, havido”

 Essa é para tirar São Severino do Ramo!

 Agora, como sujeito de boa cabeça, não me admira que tenha dito que – sobre a lei Rouanet-  nunca usou “porque não preciso e não acho que deva usar um dinheiro que pode ser melhor aplicado “.

 Uma posição excelente para quem vive exclusivamente de sua arte. Mais: não gosta de fazer show para prefeitura.  O motivo: “quem vai pagar é o povo? Se é o povo eu não quero. Rejeitei muitos convites”.

Palmas para Djavan que ele merece!

Se muitos oportunistas, artistas verdadeiros ou pseudos, assim também agissem, nenhuma dúvida:teríamos menos canalhas se locupletando com um dinheiro que, como bem disse o alagoano, teria um retorno maior se aplicado na educação e saúde desse povo – infelizmente – analfabeto e doente.

Depois dessa, prometo que não falarei mais nas besteiras cantadas do alagoano.

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