E comemoramos mais um belo aniversário da leve e linda Livinha!

E comemoramos mais um belo aniversário da leve e linda Livinha!

Hoje, um domingo sem sol, mas dentro de mim um sol que não tem mais tamanho, iluminando todo este corpo que é o meu templo, amanheci vestido de mim dos pés à cabeça. Estranho essa roupa, sei. Mas não se preocupem que um dia, vocês amanhecendo com ela vestido, nada irão estranhar. LIVINHA ROSA E EU ANIVERSÁRIO

Hoje, esse domingo de chuva, como há pouco espalhei neste espaço plural, nesta minha ilha cercada de livros, filmes e discos por todos os lados, estou aqui a lembrar como foi maravilhoso poder comemorar o aniversário dessa neta que tanto amamos. Assim mesmo no plural, “amamos”, pois, sem dúvida alguma, todos nós amamos a pessoa singular de Livinha.

O melhor de tudo é que foi uma festa “improvisada”, e boa como somente o improviso é capaz de fazer. Tudo aconteceu mais que de repente, como diria o poetinha Vinicius de Moraes. E conto como foi.

 A Rosa deu a ideia: “Tudo bem, estamos passando o momento difícil com esse Corona que insiste em “tirar férias” por aqui, mas não podemos deixar passarLIVINHA CAROL E EU PICASA despercebido o fato de que Livinha aniversaria hoje”. Pronto. A gente (“agente” é outra coisa) tinha de fazer alguma coisa.  E, rapidinho como coceira de coelho, a gente fez.

 Aqui vocês podem me perguntar o que fizemos, que eu responderei de forma simples, como foi a nossa ótima comemoração.  Pois bem.  Assim como simples nós fomos embalados na simplicidade da mãe (a minha doce filha) de Livinha e na Livinha aniversariante, compramos uma bela torta, essa entortada de amendoins e caramelos, e cantamos os parabéns mais sinceros das histórias dos aniversários, aquele que somente ouvimos nos aniversários de quem realmente a gente ama.

Vocês precisavam ver os olhos cheios de sorriso da aniversariante. Isso se não bastasse o belo sorriso e o sorriso somente beleza que ela tem.  Em síntese: este MB, a minha filha e mãe de Livinha, Carolina; a Rosa que tudo pensou e Rosa minha, e a própria aniversariante que por si e em si é um dos melhores presentes que recebemos nesta passageira vida.  Pausa.  Se não disse o “melhor presente”, é porque outros maravilhosos presentes recebemos desse Deus que nos presentei todos os dias com a “dádiva da vida”.

 Pois é, tergiversei tanto que esquecer quase iria de falar na idade que Livinha fez ontem. Foi proposital. Acreditem.  Afinal, como ontem mais uma vez ficou provado, Livinha não tem idade. E por mais aniversários que comemoremos de Livinha, para nós que a amamos tanto, Livinha sempre será aquela criancinha que um dia desses, agarrada as pernas desse avô orgulhoso da neta que tem, as asas ainda recolhidas, ensaiava o primeiro voo nesta vida em que ela, tudo permitido pelo nosso Deus, será somente felicidade. 

Parabéns, Livinha, és o nosso maior presente! 

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