e não é que bateu uma saudade danada de dona chiquinha!

não me perguntem que eu não saberia dizer como surgiu a historia. surgiu. apenas. gil de rosa é de uma capacidade feladaputa de perceber e descobrir letras de musica nos escritos deste malabarista de palavras. isso mesmo. apenas. nada mais fiz que contar uma história de dona chiquinha. nada acrescentei. um perfil de filho que aprendeu a perfilar a mãe. muito amor e nada a esconder. escondido. dona chiquinha foi isso mesmo. vendia flores. fazia fuxico (nada de “fuxico”). vocês sabem. era um tipo cigana. nada de cigano. saia de casa com um  biscuit e voltava com outros. dois ou três. trocava. vendia. sempre voltava com aquele sorriso no rosto de quem fez a melhor troca na vida. vendeu pelo melhor preço do mundo. as histórias? sem tirar nem por. a lua era coisa de deus. o máximo que ele permitia era a presença de são jorge. dragão? não me lembro de uma lembrança sua nesse sentido. fadas e dedo no fuso? ela não só contava essa história. mas gostava de contar. muito. em síntese: essa não é pra dona chiquinha, como belamente a  homenageou gil de rosa,  essa é dona chiquinha!

Compartilhar...Share on FacebookShare on Google+Tweet about this on Twitter

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Required fields are marked *

*


três + 2 =

Você pode usar estas tags e atributos de HTML: <a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <strike> <strong>