E quando a chuva passar o arco-iris volta a sua casa de nuvens para se pintar de novo

E quando a chuva passar o arco-iris volta a sua casa de nuvens para se pintar de novo

#  – por falar em Kafka, nessa manhã que não acordei com sonhos intranquilos. Sou fã do texto de Kafka. Mas quem, não é? Eu gosto sobretudo pela economia de adjetivos. Ele não gosta. E, assim escrevendo, quase sem adjetivos, ele escreve como poucos nesse mundo de meu Deus. Mas com isso não quero dizer que um adjetivo bem utilizado não fica bonito e mais bonito ainda torna aquilo que se quer dizer, escrever. Por outro lado, esse menos feio (olhem ai!), o abuso desse dói nas minhas retinas como um espinho de maria-segunda nele entrando.

# uma pausa. Não pensem que estou longe da sala fria. Ainda não. Mas a certeza me empurra para o dia seguinte: não tardará. Cinco ou seis dias. Esse é o meu cálculo. Disse o meu. Os deles, esses que sabem mais do que este MB, tem lá os cálculos lá dele. Tudo bem. O tempo passa, voa, mas continuo achando que a minha Rosa continua muito boa.

# enquanto espalho estas mal-traçadas, tenho a minha doce filha ao lado. Carolina. Carol para muitos. Num sabe aquele presente que Deus dá aos merecidos?  Assim Ele fez comigo: Carolina e Erlandsson. Duvido que poderia receber presente melhor.  Às vezes tenho até uma certa compaixão – pequena, mas verdadeira – de quem não recebeu dele um presente assim.  Pronto. O que desejo mais nesta vida? Saúde e paz. Tanto para mim, quanto para eles. Ah, e as nossas “pessoinhas”!

# -Os dias não são os mesmos. Cada dia nasce um dia mais bonito. Convidando à vida. A viver. Daqui a pouco, pouquinho mesmo, chega aquela que, aproveitando o que ela costuma dizer, é o meu coração fora do peito. A minha doce Carolina. Hoje, talvez mesmo por não ser diabético, graças a Deus, só encontro pessoas doces no meu caminho. Assim é garapa! Diria o meu irmão Dapenha.  Eu? Digo o mesmo!

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Um comentário

  1. E repito as palavra do seu irmão Dapenha, rindo, “assim é garapa”… rs!

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