Enquanto começava o show Alemanha  7 x  Brasil 1 eu estava no banheiro!

Enquanto começava o show Alemanha 7 x Brasil 1 eu estava no banheiro!

O tempo passa, o tempo voa e a derrota da nossa seleção não me sai da memoria muito boa! Parece mesmo que foi ontem! Ou teria sido e essa memoria, mesmo sendo muito boa, está fazendo de conta que não houve sete a um?

Lembro-me muito bem. Fui assistir a essa inesquecível partida no bairro da Torre, o meu segundo bairro, no dia em que dei um descanso ao meu eterno e primeiro Jaguaribe. Tudo pronto, peguei o meu “kit do torcedor”, chapéu e camisa verde-amarelos, o uisquezinho para esquentar e aliviar a tensão, o suficiente na carteira pra o tira-gosto e fui não gritar “Pra Frente, Brasil!”

Agora era apenas mais um torcedor na Praça Tiradentes do bairro da Torre, espaço onde algumas boas e poucas peladas bati, hoje sinônimo de progresso, transformado numa quadra de futebol de salão, que mesmo não acreditando na seleção verde-amarela, enganava-se, tentava, vamos dizer, dizendo aos presentes que “viraríamos o jogo”. Ó doce ilusão!

No meio do caminho, num bate-papo rápido com outros torcedores, logo mais infelizes torcedores, dizia sentir ser muito difícil a nossa “grande seleção”, segundo os entendidos comentaristas da Rede Globo, vencer a seleção alemã.

Mas, como vocês sabem, lá dentro, bem no fundo do peito do torcedor verde-amarelo, a esperança batia no ritmo do coração: “sou brasileiro como muito orgulho e muito amor e, por isso mesmo ser brasileiro, aprendi como Gerson que a gente deve levar vantagem em tudo”! Ora bolas, concluía em seguida, por que não levar vantagem diante da seleção da Alemanha, essa que assim como muitas “tremem” diante da camisa verde-amarela!

Ó Ledo Ivo engano! Era mais um. Não sei se tive culpa pelo atraso, pois, atrasado, não estava presente para torcer pela “canarinha” antes do primeiro gol da Alemanha. Mas ao me aproximar da “grande festa” realizada pela nossa Rede Globo tupiniquim, responsável pela instalação de um telão e um grupo de pagode, esse que não me dizia nada, insuportável, ouvi o Galvão Bueno, outro insuportável, segurar no grito de gol da Alemanha.

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