entre o medo e a esperança uma rosa nasce no asfalto!

entre o medo e a esperança uma rosa nasce no asfalto!

# – Todos os artistas votaram em Haddad. Votaram e sabiam o porquê desse voto. Era e a esperança. A exceção de Regina Duarte. Essa é o medo em pessoa, e nenhuma esperança.

# – A Rosa continua sendo ela, sem abrir mão do seu voto em Haddad. Nós votamos nele. Se fiquei decepcionado? Nem tanto. Ela muito. Em síntese: ela foi esperança até o final.

# –  Mesmo não desistindo nas primeiras horas, sentia que a maioria estava pegando outro bonde da história. Uma história que espero não termine como em alguns poucos – é verdade – filmes de caubói onde o mocinho acaba sucumbindo ao bandido.

# – O que  não suportava mais era essa briga entre o “bem e o mal” em que um era Deus e outro o diabo. Um era o dragão da maldade e outro um santo guerreiro.

# – Por algum tempo ninguém sabia quem era quem. Todos eram santos e nenhum se apresentava como “não guerreiro”.  Salvador da pátria.  Saco cheio. Estava.  E, por um motivo ou outro, sempre de saco cheio estou.

# – O primeiro projeto do presidente eleito será para modificar o discutido Estatuto do Desarmamento. Algo mais ou menos permitindo que cada cidadão que votou nele, em especial, pois nunca quis uma arma na cintura nem dentro de casa, tenha sob a sua posse um trabuco. Eu tenho o meu cheio até a boca para quem  abrir a boca na frente defendendo o uso desse trabuco.

vitória

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