ESSE HOMEM PLURAL QUE HOJE EU SOU!

ESSE HOMEM PLURAL QUE HOJE EU SOU!

POR ISSO SOU PLURAL!

Vocês sabem. Ou não sabem. Mas pouco importa se vocês sabem ou não. Pois é. Nada tenho de Augusto dos Anjos. Não é pelo fato de não ser poeta. O fato é que nada de amargo eu tenho. Ou sou.  Vivo em paz comigo e, por isso mesmo, com o mundo lá fora. Ele, o mundo, é o inferno. Os outros. Eu não. Mas tem dias que a gente amanhece, mesmo sem querer, um tanto ele. Se amanheci assim hoje? Não! Nunca amanheço como o Augusto dos anjos! Parece contraditório, não? Pois é. A contradição é inerente a esse projeto de Deus que não deu certo. O homem. Esse eu sou.

 

 

“Creio, como o filósofo mais crente,
Na generalidade decrescente
Com que a substância cósmica evolui…

Creio, perante a evolução imensa,
Que o homem universal de amanhã vença
O homem particular que eu ontem fui! (Último Credo)

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