ESSES SÃO OS MEU CARAS!

ESSES SÃO OS MEU CARAS!

Dois filhos. Um filho de um e outro filho meu. Não raras vezes dois filhos e dois pais. Amigos. Parceiros. Eles parecem ter a mesma idade.

A sintonia entre os dois é uma beleza. Eles riem quase ao mesmo tempo. As palavras são poucas. Os olhares. São esses que dialogam.

Às vezes acontece. Um não quer, mas outro não. Mas não demoram muito para uma decisão. Os dois querem ou não querem os dois.

Sou suspeito. Mas eu gosto dos dois com a mesma intensidade. Pausa. Talvez o pai receba hoje mais atenção. Carinho. Amor mesmo. O motivo? Assim como o vinho ele é mais velho. O contrario seria impossível. Um pai mais novo que o filho? 

Um teve o nome inspirado num jogador sueco da Copa de 74. Lembro-me bem.  Interessante. O seu nome pegou tão bem que parece ter ocorrido o inverso: seu nome foi inspiração para o nome do jogador sueco. Nenhuma dúvida. Ele não poderia ter outro nome. Erlandsson.

O mais novo e filho dele e neto meu, Júlio César, nem preciso falar a respeito do nome. Não houve a inspiração. Nada a ver com o Imperador. O nome foi por acaso. Acredito. Sem muita historia. Uma origem particular. Acho. Mas Julinho, como eu o chamo, mereceu o nome. Nele, porém, não impera a dor, mas a alegria!

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