Esses são os únicos remédios que temos, ou qualquer semelhança…

Esses são os únicos remédios que temos, ou qualquer semelhança…

Ontem, caindo de maduro, como ele costuma dizer, um colega –  amigo não, amigo é pra outras coisas – precisou do auxílio luxuoso de um hospital púbico.Pausa.  Ele me pede para não dizer o nome do referido. Não digo.  Público. E assim digo, porque ele assim o quis (sic).

Pois bem. O caso não foi lá muito sério. Pois, conhecendo a figura muito bem, uma presença de espírito mais forte que ele em carne e osso, bem-humorado a todo minuto, não teria nada de sério. Nem a queda. Mas, acreditem, foi verdade.

 Socorrido, por ele mesmo, pois não tinha nessa hora qualquer cristão que lhe ajudasse a ficar em pé, acelerou o seu carrinho, e só parou nesse hospital. Estava  mais quebrado do que lutador derrotado de UFC.  Foi chegando e descansando a magra bunda na primeira cadeira vazia que encontrou.

Gemia. Muito. Porém, ninguém, mas ninguém mesmo, confessa puto de corpo e alma, lhe socorreu.  O caso dele, segundo a enfermeira, a única que lhe deu a atenção que julgava merecer, não precisava de cuidados especiais.

Mais:  o único “remédio” que tinha por lá, nesse hospital, para o seu caso, era gaze e esparadrapo. Estranhei:  gaze e esparadrapo? remédios? Foi o que lhe disse a enfermeira!

Meu Deus! Vivemos em um estado de coma!

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