Estou farto desses textos longos e cheios de armadilhas! Um saco!

Estou farto desses textos longos e cheios de armadilhas! Um saco!

Aprendi. O tempo passa e mesmo por ele passando com ele vou aprendendo. Aprendi a ser breve. Ninguém agrada tentando  agradar com muitas palavras. Mesmo essas estando grávidas dos melhores pensamentos. Mais que nunca, mesmo não sendo réu, confesso   não aguentar mais  textos longos e filosóficos e intelectualizados. Textos  sem o jogo de cintura que as palavras pedem.

 Mais que nunca estou naquela de escrever e… até breve ou o próximo testículo! Não é a idade. Ela não me chegou a ainda. Aquela. Nem o tempo que estou perdendo em descobrir mistérios e interpretar entrelinhas. O criador de um dos meus mais queridos personagens, Don Quixote de La Mancha, foi sucinto como todo texto deve ser: “Sê breve em teus raciocínios, que ninguém agrada ser longo”.

 Nem precisa dizer. Mas, como foi dito por ele, seja e esteja bem dito. Bendito? Seja o seu personagem!

O saco não tem mais espaço para textos longos e cheios de mensagens filosóficas. Intelectualizadas.  Mês de dezembro. Natal. O saco não está cheio de presentes. Futuro. Esse é o que desejo. Nem cheio o saco está de palavras vazias. Está cheio dele mesmo! E isso me satisfaz.

 Fim de papo.

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