Eu não sou água! Sede ? Somente a de ceder!
só na hora da sede é que procuras por mim...

Eu não sou água! Sede ? Somente a de ceder!

Acreditem. Nada mais me faz mais desejar a ausência quando os ausentes sentem a minha presença e dela precisam!  Nada mais natural. Estás sumido? Verdade. Nada de sumiço. O perguntador é quem não precisou – ainda – de tua ajuda. Tem gente assim. Conheço gente assim. Muita. Se te procuram, um pé na frente e outro atrás, de ti estão precisando! Acho, sinceramente, nada bom despertar para o anonimato. Não despontar. Permanecer no anonimato. O meu.  Esses que não sabendo onde estou nem o que tenho não farão com que este Malabarista de Palavras seja descoberto.

Um saco – não dela – ser água somente na hora da sede! Ser um saco não, ser água! Ah, e a fonte, para o meu bem, ainda não secou!

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