Falem bem de mim ou… me esqueci!

Falem bem de mim ou… me esqueci!

Rivalter é colega de trabalho há muito. Há muito mesmo! . Agorinha, nesse exato momento, ele entrou em nossa– nada de minha, “tudo é do pai” – de trabalho e repetiu aquela frase famosa que poucos se esquecem e muitos nem sem lembram: “Falem mal, mas falem de mim”! Em síntese: não deseja ser esquecido, mesmo que dele somente se lembrem para falar dele falar mal. Algo assim cheio de palavras, mas com um só significado: não deseja ser esquecido.

Deve lá ter as suas razões. Rivalter.  As minhas as tenho (epa!): se for para falar mal deste “Malabarista de palavras”, prefiro o esquecimento. Nele eu sou o melhor. O mais lembrado. Se não por aquele que me esquece, pelo titular da lembrança. Se tem alguém que não consigo esquecer, esse alguém sou eu! Se existe alguém para lembrar, esse alguém é a minha lembrança!

Falar mal de mim? Prefiro o esquecimento! Sempre!

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