iemanjá: sem água de cheiro e flores no mar

iemanjá: sem água de cheiro e flores no mar

iemanjá humbertoHoje, terça-feira, dia 02 de fevereiro de 2021, foi o dia de homenagear Iemanjá.

Nos tempos do babalorixá Carlos leal Rodrigues, aquele que tinha a voz sinônimo de Umbanda, ele dizia que Umbanda “era fé, era paz, era união e elevação”.

Ouvia aquela voz e imaginava um Pai de Santo cercado de filhas e filhos de santo por todos. Também ouvia o Carlos Leal Rodrigues falar algumas palavras em Yourubá, como esse foi o idioma dela: “Yèyé omo ejá”,

Era a sua saudação a mãe dos peixes Iemanjá! A mãe d’água!

A verdade é que nunca fui de jogar flores no mar, nem nesse mesmo mar jogar perfume para Iemanjá. Acho a história bonita. Não gasto dinheiro com flores nem com perfume. Tempo? Para olhar e admirar as flores.

Mesmo sabendo que pela sua – dela –  pela sua história, Iemanjá merece todas as flores do mar onde mora, e o melhor perfume das algas que alisam os seus cabelos. Flores aquáticas, e perfume com cheiro de mar.

Dandalunda, Inaé, Ísis, Janaína, Marabô, Maria, Mucunã, Princesa de Aiocá, Princesa do Mar, Rainha do Mar, Sereia do Mar e nomes outros, todos belos, são nomes que os devotos dão para Iemanjá. Aprendi.

Nunca atirei flores no mar para Iemanjá, repito. Nunca atirei, porque nunca foi preciso. Da mesma forma, aqui repetindo também, como nunca atirei perfume nas águas azuis do mar de Tambaú, onde mora Iemanjá. Tudo dispensável. Ela não precisa. iemanjá seis

Dizer então o quê? Digo: salve a rainha do mar florida e perfumada!

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