livardo! ali bardo! a chuva não molha o poeta!

livardo! ali bardo! a chuva não molha o poeta!

o poeta não se molha.

chove na praça.

o poeta vê a chuva.

apenas.

não tem medo da chuva o poeta.

a roupa do poeta é a prova d’água. 

 feita de bronze.

a poesia do poeta não se enferruja com a água.

ela mora dentro do poeta.

o poeta está no centro.

 fora do eixo.

ninguém passa pelo centro

do poeta

 usam outros meios.

imeios.

vendo tudo está poeta.

mas o poeta calado continua.

mudo.

mudou-se há muito o poeta.

mudo também.

divago.

divagar.

chega o poema.

devagar se vai

foi-se o poeta.

corta!

(agora mesmo no Ponto que hoje não vale os belos e poéticos e históricos  Cem Réis!)

 

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