Meio papo poético, meio carnaval, a ausência sentida

Meio papo poético, meio carnaval, a ausência sentida

 É carnaval. Ou quase. Estamos na Abertura do Folia de Rua. Uma folia que já foi muito melhor e mais folia.  Uma promessa. Eu fiz: estarei no Anjo Azul de Edna May. Estive. Promessa cumprida.

O papo entre amigos foi um carnaval. Presentes Antonio David, o poeta do olhar certeiro; Zé Nilton, personagem que há muito merece um titulo de cidadão pessoense e por extensão parahybano; Carlos Lira, esse bom amigo que de última hora apareceu e despareceu com os bons amigos citados, e o poetamigo Quelyno Souza.

  A propósito, esse último do parágrafo aí em cima, mas sempre o primeiro em eventos daqui (em alhures não posso afirmar), estará em breve, dia nove, para ser mais preciso, nove de mês de março, lançando, meio aos amigos, o seu “Meio a meio”.

 O papo.

Quelyno cobra deste Malabarista de palavras sua – dele, do Malabarista – presença. Ausente estou. Diz. Balança a cabeça considerando o tempo em que o referido Malabarista está em “hibernação espontânea”. Eu quase lhe respondo, assim como respondi outro dia ao irmão-parceiro Gil de Rosa ,  que “atualmente eu moro dentro de mim”.  E ele, Gil de Rosa, sempre inspirado, aproveitou a deixa e fez um excelente samba de breque. Coisa mesmo de quem sabe ler o que escreve este Malabarista de Palavras.

Tem razão o poetamigo de Guarabira (?). Ando mesmo um tanto afastado da chamada “vida pública”. Acho que o nome dessa vida e outro… Social? Cultural? Talvez. Mas como lhe disse na oportunidade, posso estar afastado dessa “vida”, não deles, dos amigos.

 Todos, sem esse S – leia-se, vocês sabem, “exceção” -, estarão  sempre presentes onde presente estiver este Malabarista. Pausa. São poucos os amigos. Tudo bem. Mas esses poucos valem mais que o milhão desejado pelo “rei” Roberto Caros. Aquele mesmo que confessou um dia ser recebido em casa com o seu – dele – cachorro sorrindo-latindo. Não entendo a língua dos cachorros.  Mas se ele diz, acredito no sorriso. Os animais sorriem. Principalmente os dotados de raciocínio. Não falei inteligência. Ainda.

Porém, como dizia, ou melhor, respondia ao poetamigo Quelyno de Souza, não me afastei. Estou mais próximo do que nunca dos amigos. Sempre. Tanto que em breve, apesar desse espontâneo afastamento, meio a tantos encontros, belos encontros encontrar-me-ei, assim mesmo, todo mesoclítico, no meio da festa do seu poético “Meio a meio”. Tudo farei. Ou, como queira, tentarei fazer tudo.

Fim de papo. E destas mal-traçadas.

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