Mesmo não sendo réu, confesso: detesto celular!

Mesmo não sendo réu, confesso: detesto celular!

Pouca gente sabe. Mas também pouca gente tem interesse em saber a respeito desse “sujeito” que hoje  faz parte de nossas vidas. Faz. Mesmo que muitos não queiram e  que  entre esses muitos este MB ali esteja. Isso mesmo. Falo do famigerado aparelho celular. Detesto.

 O celular chegou por aqui no ano de 1973. Conta a história. Nem me lembrava mais. Tinha saído das Forças Armadas quase a força. O exército era isso aí. Lembrava-me sempre a Coca-cola. E menino ainda não sabia o motivo de ali ter entrado. Ah, meu pai! Acho que foi esse. Ele queria o filho “servindo nas Forças Armadas”. E confesso que servi. Mas ainda hoje não sei para essas me serviram.  Talvez um dia saiba. Bolsonaro está aí mesmo  para nos ensinar o que não presta. Masfalava do celular não o deixarei de lado.

 O celular é – ou foi –  uma criação de um cara que eles dizem cientista e que mora nos Estados Unidos. Ou morava. Pausa. Confesso que nem  sei se o Martin Cooper tá vivo ainda.  Tudo bem. Acho que ele está.  Mas peço que consultem o Dr. Google. Esse Freud dos nosso tempos que tudo sabe e explica.

Foi em abril de 1973 que a Motorola (parece gente!) lançou a Motorola Dynatac 8000X. Pausa. Nada a ver com Perdidos no espaço ou Odisseia nesse mesmo espaço. Tão lembrados? Pois é.  Lembro apenas que não tinha condições de comprar um.  Uma coisa de rico.  Mas lembro que o celular primeiro tinha 25 cm de comprimento e 7 cm de largura! Um tijolaço!  Nunca o pesei. Confesso. Mas é o que dizem por aí com a certeza de que o sol não irá deixar de brilhar apenas porque uns poucos notívagos detestam a luz do dia.  O interessante ainda  é que o primeiro celular tinha “apenas” um quilo! Sentiram? Isso mesmo: um quilo! E a bateria? Ah, essa tinha um carga admirável! Durava quase uma vida de “20 minutos”!Hoje um celular quem não tem é mulher de padre. E morrendo vai para o inferno sem poder se comunicar aqui na terra com os seus. Detesto celular! Pausa.  Essa um pouco mais longa.

Pois é. Vejam quanto espalhei palavras para chegar a esse fato e confessar que “detesto celular!”. E quando ele vai para o quarto de dormir e alguém insiste em ativar o referido antes e depois da madrugada? Se o sujeito ainda estiver naquela de um olho aberto e outro fechado irá pensar que a notícia transmitida pelo sacana é a de que encontraram a Luzia vivinha da silva depois do incêndio que acabou com boa parte da nossa história!  

 O celular é uma pedra no caminho silêncio. Um palavra.

E aquele que passa parte da vida “gerlaidando” e não estar nem aí para saber se a banda passou e não se ouve mais o som dos bombardões? Detesto celular! Os amigos às vezes até reclamam pelo fato de não carregar uma praga dessas comigo. Reclamam sem motivo.  Carrego. Ele, porém, é quem estar sempre descarregado.  Não lhe dou a mínima atenção!   Apenas.

Outro dia anotei (gostei) um número de um “colega” apenas para saber quem não estava atendendo. Um saco você estar com um amigo ou amiga de ambos os sexos e esses ou esse entre um gole e outro lançar aquele olhar curiosos para esse aparelhinho chato que não raras vezes dá sinal de vida na hora errada!  Não faço isso! Um dia ainda irei “chefiar” um greve contra o uso do celular no quarto de dormir e na sala de estar. A rima foi sem querer. 

Ora bolas! O  celular não foi inventado para isso. Tenho  certeza. Tanto que o seu inventor só fala com os amigos e a própria mulher através de sinais de fumaça. Ele fuma! E quando vai falar a respeito de seu invento prefere usar o método Braille. Ele sabe. Ver tudo e se cala.  Não é mudo pelo que sei. Mas sabe e ler no escuro. Tudo por achar que o seu invento deu o que falar e que muitos falam mal dele.  Do celular.. Mesmo assim ele se cala. Eu também.

Detesto celular!

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