nada pode acontecer num dia como hoje! inclusive tudo!

# – Denisenada de mau humor. assim não vivo. sou apenas um sujeito que não tira o rosto da janela. assim mesmo. apesar das porradas que tem recebido. eram raras as manhãs que assistia a patrícia rocha. isso desde aquele dia em que ela ratificou a sua condição de mineira e deixou no ar aquela expressão de “deus me livre de ser parahyba!”. eu sou. se com muito orgulho? isso. sou mais por ser jaguaribense. pois é. agora assisto a estreia de denise delmiro. se é melhor? nem pior. somente tem que perder essa mania de falar demais com as mãos e engolir o plural das palavras. tem mais? tem: nada de gíria na sua condição de âncora. “tá de boa” é horrível.

# – a minha mulher acaba de me dizer que hoje amanheci sem poesia. nada mais natural. isso acontece com muitos. poetas ou não. pausa. no meu caso? nem pensar. não sou poeta. apenas um simples mb (malabarista de palavras). melhor assim. mas sei e muitos sabem que são muitos os que amanhecem sem poesia e com o dinheiro roubado do povo em malas e bancos suíços. esses não merecem perdão. também não estão roubando ladrão para merecerem cem anos de perdão. erosa amarela os ingratos que amanhecem sem os merecidos pesos em suas sujas consciências? piores. pois é, minha querida. prefiro amanhecer sem poesia, a amanhecer sem vergonha. principalmente de ser feliz.

# – homicídioleio no jornal do dia que a minha parahyba conseguiu reduzir os casos de homicídios. não estão matando mais como antigamente. graças a deus! não somente aqui. em todo o pais tem se matado mais do que imaginam os nosso vãs filósofos e suas filosofias. um celular. um pingente de prata de última categoria. um parecido com ouro. o brilho. um par de tênis sem procedência. um “não gostei de sua cara”. outro dia soube de um menino que acabava de sair da adolescência e que foi morto “apenas” porque o seu assassino nunca tinha matado um e gostaria de ver um corpo caindo e sentir essa sensação. acreditem. o meu sobrinho – ou quase – foi testemunha ocular e auditiva do tiro. um só. na nuca. tomara que um dia essa estatística zere. estou muito puto com isso. com tudo.

# – não era preciso – nem é – ser uma “pessoa do direito” para saber como terminaria o caso neymar versus “dei porque fui forçada”. a mentira estava no ar. via-se no rosto e se desejava o corpo. somente.  e não me venham imputar suspeição por ser admirador confesso do futebol do menino cai-cai. um craque. o pai? um crápula. não se pode negar. mas no caso do ” ele me pegou a força” todos viam nas entrelinhas que ali havia um gol feito com a mão que não era de deus.  aquela mão famosa do argentino cheirador. ou melhor: do deus lá dele.  não deu em nada? deu. todos os que assistiram as únicas cenas neyexplicitas do capítulo “tome e tome e tome” vão agora assistir ao último capítulo do ”extorsão e denunciação caluniosa”. fica o aviso. uma aventura é uma aventura. mas tem as suas consequências. se não doem no bolso, como pode acontece, devem doer no corpo e na alma. cadeia é pouco.

# – e os shoppings, hein? e a exploração descabida de seus estacionamentos? e o não “estou nem aí” para projetos que saem da gaveta e morrem antes mesmo que o povo saiba realmente se eles de lá saíram? tenho pena. às vezes. somente as vezes. não sou o tipo de acreditar e sair espalhando por aí que todo político calça 40. um exemplo? vá a vizinha cidade campina grande e comprove: o bairro do 40 precisa ser calçado com um melhor sapato. é buraco que não acaba mais!  mas dizia que tenho uma pena danada desses poucos políticos que pensam em nós muitos. sei também que muitos fazem apenas porque querem dizer mais tarde o famoso “tão vendo? eu fiz a minha parte”. nos fundos, nos fundos, porém, todos são iguais. e nesses, no fundo, trazem as respectivas bundas sujas.bunda suja

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