NÃO É MESMO QUE SHAKESPEARE, APESAR DE GENIAL, ERA UM SACRIPANTA!

NÃO É MESMO QUE SHAKESPEARE, APESAR DE GENIAL, ERA UM SACRIPANTA!

 O dia foi esse mesmo: 23 deste. Dei uma espiada.  Pausa. Vocês sabem. O “deste” trata-se do mês de Fevereiro. Pós carnaval. Pois foi.  Nesse dia Escrevi um “textículo” onde falava do ex-croto, porém genial Shakespeare. Nenhuma dúvida. Ninguém.  Esperneou. O sujeito era genial mesmo. Sem dúvidas.

Porém e ai porém, um dos meus dois leitores, acredito, Alexandre Macedo, lá de longe, mas não muito longe assim, sorriu com as minhas observações shakespearianas, e pediu mais. Conta. Provocou. Conta mais. Provocou mais ainda. Se pensei duas vezes? Mais que isso.  Não pensei nem prometi.

Mas, cá para o meus hoje poucos botões que ainda tenho, mais carne do que osso, hoje pesando pouco mais de noventa quilos para esses quase dois metros que carrego, disse sozinho e bem acompanhado: outro dia, sentado e tomando umas e outras, mas, preferencialmente,umas, continuarei. Se estou tomando umas? Nem outras.

Todavia – nunca usei esse “todavia” numa conversa! -, como gostei de falar do ”bardo”, resolvi contar mais. Pois é. O “bardo” era um sacanão! Pausa. Permitam-me terminar pelo fim. Tão sacana era o sacanão que morreu aos cinqüenta e dois anos e cheio de cachaça! Outra pausa. Não, cachaça não. Mas não muda nada: morreu depois de uma de suas “pantuegrélicas” cachaças!

 Voltando ao começo, ou quase. Shakespeare só pensava em ficar rico. Não aceitava de jeito nenhum a vidinha de merda que levava. Vocês sabem, e, não sabem, dêem uma espiada nas mal-traçadas que em que falei no assunto. Em Londres, para onde seu mudou pensando em fazer sucesso, escreveu algumas peças que poucos se lembram, principalmente os não versados nele,

Em Londres, escrevendo e tomando cachaça (não encontrei outro nome de bebida), escreve pecinhas como A Comedia dos Erros e Titus Andronicus, essa uma tragédia de que seria uma mina para esses nossos programinhas televisivos do meio-dia. O melhor: ganhou um dinheirão. O sonho estava próximo. O sonho? Ora, o maior sonho de sua vida: enricar, como diria o Lula.

Tudo valia a pena. Alma grande ou pequena. Pouco importava. O homem era ou não era. Tanto que se meteu em tudo que poderia lhe dar lucro. Era o Gerson da época! Tinha que levar vantagem em tudo! Assim, não abriu uma imobiliária, mas se meteu como poucos corretores nesse campo. E, se não bastasse, sacanão como homem, um sacripanta, um ex-croto, mas genial como escritor, virou Agiota! Sentiram? O Bardo era um agiota! Um sacana.  Em síntese: nada de ser ou não ser! O ex-croto queria era enricar como o Lula enricou. 

E pra não ir muito longe, porque, depois, se pedirem eu irei, o pulha sonegava impostos! Mas, por esse “roubo”, nenhuma acusação.  Se hoje não é nenhum pecado, naquele tempo nem pecado existia. Tá bom ou querem mais? Tudo bem, tudo bem. Se mais me pedirem, depois eu conto.

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