não vejo nesse nenhum Rastro de terror!

não vejo nesse nenhum Rastro de terror!

Leio sobre a estreia de mais um filme de terror verde-amarelo. Rastro. Tudo bem. Sei que a realidade pela qual passa o país é muito mais assombrosa. Um filme de terror de matar qualquer um de susto – ou raiva – logo nas primeiras cenas é a realidade brasileira.

Mas, como iniciei, leio sobre o filme. Antes de tudo, mesmo na condição de simples cinéfilo, digo sem medo de estar assombrando alguém que um filme de terror verde-amarelo não deve ser tão terrível assim.

Mesmo os  enlatados que por aqui chegam,  talvez mesmo pelo fato  de não fazerem (os filmes) meu gênero, pois medo nenhum esses filmes de terror me fazem, somente sangue e olhos esbugalhados, acho todos um saco. Sem  S. pausa. Leia-se “ sem exceção”. Pois bem. A história não tem nada de tão terrível assim. Volto a dizer: mais terrível é a nossa realidade.

A trama? Um médico que trabalha na Secretaria de Saúde da Prefeitura do Rio de Janeiro, não diz se nomeado por Crivella ou Pezão, numa espécie de é “dando que se recebe”, tem a missão – veja só que missa besta! – de fechar as portas do hospital, administrada por um antigo mentor seu.

Assim, pela madrugada – por que pela madrugada?-, durante a operação de transferir os últimos pacientes, começa a “fábrica” de medo. Assim,  pelo comecinho dessa história idiota, como não poderia deixar de acontecer, acontece o motivo maior do terror: o desparecimento de uma paciente em estado grave. Sim, a paciente é uma menina.

Acho que não preciso dizer mais o que vai acontecer. Mesmo sem assistir ao filme, pois assistir ao nomeado eu não quero, repito, vez que não faz o meu gênero, sou capaz de contar todo o resto da história. E podem apostar que daria um final mais terrível que o encontrado pelos seus responsáveis.

Sinceramente. Onde estará mesmo o terror dessa historinha que não mete medo nem em Chapeuzinho Vermelho?! O Lobo Mau? Ah, esse  com a sua boca enorme ameaçando “comê-la é terrível. Um terroro.

Uma opinião sobre o filme?! Não tenho. Ou tenho. Pausa. Tenho? O diabo não dá certo por aqui: Deus é brasileiro!

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