… o capim do porto tá aí pra isso mesmo.

… o capim do porto tá aí pra isso mesmo.

Sou um parahybano – assim como aquele cantado por milhões que afirmam ser brasileiro com “muito orgulho e muito amor” – que pouco ou quase nada vai ao começo de onde tudo aconteceu por aqui: o Porto do Capim.

A última vez em que ali estive, a lembrança cutuca o cérebro pensante, foi para admirar a ótima Escola de Artes, instalada no Hotel Globo, tudo bonito de se ver, mantida Prefeitura, com aulas ministradas por experientes professores, para alunos das comunidades vizinha e distante. Uma beleza!

 Foi ali – ou por ali – que nasceu esta cidade que bem poderia ter mantido ainda hoje o primeiro e bonito nome Cidade de Nossa Senhora das Neves. João Pessoa? Toc, Toc, Toc!   O nome da “santa” ainda hoje pegaria melhor. Tá tudo lá no “sumário das armadas” de Cristovam Gouvea.

 Mas, como dizia no começo destas mal-traçadas, se for para revitalizar aquele espaço sem tirar dele o que tem sido uma curiosidade para os olhos de muitos, nada tenho contra. Se faz preciso.  Afirmo ainda que não é a beleza que eu procuro, mas o bem-estar para os meus olhos.

As obras do Parque Sanhauá foram suspensas. Uma conciliação entre o novo e o velho esperam aqueles que as suspenderam. Acho que é isso. Espero que o bom-senso venha prevalecer. O progresso? Nada de mandar aquele que o busca para o inferno. O espaço estava realmente feio. Estava. Muito. Agora é preservar para não perder, dar uma “injeção de vida”.

Não sendo assim, o capim do porto está ali pra isso mesmo.

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