O COMENTARISTA DA CABO BRANCO E A GENTILEZA EM UM TRÂNSITO ANUNCIADO!

O COMENTARISTA DA CABO BRANCO E A GENTILEZA EM UM TRÂNSITO ANUNCIADO!

Agora se danou mesmo!  Por que agora? Ora, porque somente agora acabei de assistir pela nossa Globo tupiniquim – vocês sabem, a Cabo Branco – o mais novo “comentarista” por ela contratado, comentando (?) o óbvio e ululante.

 E aí, como fazer por exemplo  para sobreviver a mais um aumento da gasolina? O comentário foi curto – não foi grosso, pra que mentir? -: deixar o carro em casa! Meu Deus! Comentário mais profundo não poderia existir! Ninguém seria capaz de cometer!

Esse e mais outro e mais outro ele, se não me engano, Maurício, vem fazendo todo dia. Esse é o seu trabalho.  Informar  à população o que essa pobre e analfabeta população não tem capacidade de interpretar.

E o papo hoje sobre “a falta de gentileza no trânsito”? Meu Deus! Enquanto comia um inhamezinho com carne guisada molhado num café que tão quente parecia  adoçado com uma pedra de fogo, falei para os meus botões hoje mais carne do que osso:  Aposto um ovo como alguém vai filosofar citando  “Gentileza gera Gentileza”. Se foi tiro e queda?! Eu quase caí com o tiro que profetizei!  Era o comentário de uma frase anunciada!  Pausa. Gostei dessa: “Comentário de uma frase anunciada”.

Pois bem. Dessa vez foi uma moça. Não sei o seu nome. Não me interessei. No meio da basteirada deixou um conselho como, por exemplo, meio a um trânsito da “cachorra da mulesta” com todo mundo apitando e buzinando o motorista deve “ouvir a sua música preferida”!

 É ou não é pra morrer de tanto sorrir e acordar gargalhando? O sujeito cercado de barulho por todos os lados ouvindo a sua – dele – música preferida ? E a solução para o trânsito maluco? Não passou nem por perto do que a “comentarista” dizia: educação. Simples, não ?

Também nem precisava daquele ar de quem não sabe das coisas querendo saber apenas de uma para fazer de conta que de todas sabia. Por aí. Eu mesmo se me perguntassem, por exemplo, o que fazer para acabar com guerra no trânsito, sem demora, sem pensar mais de uma vez, pois, segundo Carla Perez, “pensar também cansa”, responderia que se “guerra é guerra” nos armemos todos!

E assim, entre batidas e atropelos os que conseguissem escapar, nenhuma dúvida, seguiriam mais tranquilo pelas tranquilas e vazias ruas de nossa cidade. Sobre o aumento da gasolina ? Somente a agradecer. Pois assim muitos enxeridos que não podem sequer comprar uma bicicleta de segunda mão na Feira de Oitizeiro deixariam seus “carros” em casa. E com o dinheirinho  economimzado “com a gasolina de fim de semana  fumariam até o pulmão pedir socorro e beberiam até a garganta dizer basta!

Simples, não ?

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