O Diálogo e a Práxis  Educativa de Paulo Freire na Visão de Carlos Alberto Torres
o autor lançando o seu livro

O Diálogo e a Práxis Educativa de Paulo Freire na Visão de Carlos Alberto Torres

Somente agora, quase meses depois de recebê-lo com o maior dos carinhos, debruço-me sobre o livro de Carlos Alberto Torres, sociólogo, escritor e poeta argentino, diretor e fundador do Instituto Paulo Freire da Argentina, sobre Paulo Freire.  Carlos conhece como poucos esse “craque na educação”,  e  inventor  da  “pedagogia do oprimido.

 O livro, Diálogo e práxis educativa – Uma leitura crítica de Paulo Freire, nesse em que agora mergulhei de olhos e pensamento abertos,  é a reunião da coleção “Paulo Freire”, composta de três livros, A práxis educativa de Paulo Freire; Diálogo com Paulo Freire; e Leitura crítica de Paulo Freire, lançada em 1979, pela Editora Loyola.

 Sem tempo, mas buscando aos poucos observar tudo o que esse mestre sabe e escreveu sobre o nosso Paulo Freire, passeio os olhos curiosos sobre os seus escritos e papos que ele, o autor, “nesta cidade” ainda, tivera como seu mestre e de muitos de aqui e e alhures. Somente para avivar a memória dos meus dois leitores, lembro aos não nomeados que Paulo Freire trocou de roupa e se mudou para outra cidade em 02 de maio de 1997.

Hoje, pela manhã, manhãzinha, atravessei o seu, de Carlos Alberto, papo-entrevista com Paulo Freire.  Um deleite puro. Uma aula de sociologia como nunca vi/assisti em meus tempos ainda de saco-vazio na sala de aula da nossa UFPB. Depois, cabeça mais leve, pois nesse exato instante estou tomando uma decisão que mexe e muito com quem tem que assim decidir, como estou decidindo, falarei mais a vagar a respeito da mesma.

Mas, por enquanto, esquecendo o sociólogo e escritor, convido os meus dois leitores a desfilarem os seus olhos serenos sobre a “poesia” em prosa de Carlos Alberto Torres, feita em memória do seu mestre e amigo, logo depois de sua partida. Uma beleza!

“Paulo-Amigo, Mestre. Já não está entre nós. Teu coração que tanto amou parou de bater e te foste. E nos deixaste muito sós. Contigo se foi a voz dos pobres, dos despossuídos, dos oprimidos dos sem-voz. Contigo se foi a consciência da América Latina e também uma grande parte de nossa dignidade… E agora te foste, mas nos deixaste a tua pedagogia do oprimido e da esperança; nos deixaste tua espiritualidade sem limites, como tua humanidade; nos deixaste teus escrúpulos, teu testemunho de velho lutador sem concessões ao capitalismo, à injustiça, à falta de democracia, à opressão, ao desamor e ao último dos demônios que buscavas exorcizar, o neoliberalismo. Conosco ficou um convite para que te celebremos ou continuemos, mas que, sobretudo, te reinventemos”.

Repito: uma beleza!

Se vou continuar a leitura? O mais rápido possível. Só preciso de um tempo, Deus meu, desse e de paz  ando precisando muito!

 

Em tempo: Se um dos meus dois leitores achar o assunto chato, todo respeito, mas desculpas não pedirei pela “minha falha”. Não houve falha. Assim, nada de desculpas. Esse livro tem história e histórias.  E todas merecem ser contadas. 

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