o narra dor incapaz de doar amor

o narra dor incapaz de doar amor

eU TENHO-ME ABSTIDO (ESSE É O VERBO!) DO MEU VELHO CACHORRO ENGARRAFADO. o VINHO, HOJE, ME PEGA BEM MELHOR QUE UM BLUES.  tAMBÉM tENHO-ME ABSTIDO-ME – QUE LÍNGUA! –   DE OUVIR AS TOLICES – EDUCADO, NÃO DIREI O QUE PENSO MESMO. –  GRITADAS POR ESSE NARRA DOR (ASSIM MESMO) ESPORTIVO, EM NOSSAS MANHÃS NOVEMBRINAS. hOJE, PORÉM, CONSEGUI ME SEGURAR. o NARRA DOR – DANDO UMA DE “APRESENTADOR” – GRITOU EM DEFESA DE UMA CAMPANHA AÍ, QUE SE SE VOCÊ “NÃO TIVESSE NADA PARA DOAR”, DOASSE amor. mEU dEUS! qUANTA TOLICE EM NOME DE UM AMOR QUE NÃO SE TEM. oRA, MEU ANÔNIMO NARRA DOR, AQUELE QUE NÃO TEM “NADA” PARA DOAR NEM AMOR TEM PARA SI. oUTRA: DOAR AMOR VERDADEIRO É A MAIOR PROVA DE AMOR AO PRÓXIMO. tEM MAIS: SÃO MUITOS OS INFELIZES NA TERRA DESSE PROJETO DE dEUS – O HOMEM – QUE NÃO DEU CERTO, QUE GOSTARIAM DE RECEBER UM POUCO DE AMOR. bASTA-LHES UM POUCO. mAS, PARA DOR, É PRECISO TER e, POR ÚLTIMO, O AMOR NÃO SE COMPRA NA ESQUINA NEM É GUARDADO EM COFRE FORTE NO BANCO CENTRAL. iNFELIZ. mAIS UMA VEZ O NARRA DOR FOI INFELIZ NA SUA VÃ TENTATIVA DE “FILOSOFAR” NO MAL PORTUGUÊS.

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