o poeta e a sua história na busca por uma máquina de escrever

o poeta e a sua história na busca por uma máquina de escrever

Tem uma historiazinha desse poeta de Cruz das Armas, mas descoberto no Varadouro, que eu acho bacana – isso não lembra aquele velho baiano? – de contar. E sempre conto.

Muito jovem ainda – o tempo respeita os poetas, por isso eles demoram a envelhecer! – o poeta Polibio Alves pegou o seu saco, verdade uma mala o cadeado, esse que não era um nó, e danou-se para o Rio de Janeiro levando entre os muitos sonhos o de comprar uma máquina de escrever. Não comprou, escreveu um conto, ganhou mil contos e de lambujem uma máquina de escrever.

Mais tarde, ainda moço e mais cheio de sonhos ainda, usando essa mesma máquina ganhou o premio (ensaio) Henry Miller, escreveu o seu imortal Varadouro e nunca mais deixou de sonhar.

Bonitinha, não?

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