O poeta Políbio Alves e  “O que me restou do silêncio…”
o poeta políbio alves

O poeta Políbio Alves e “O que me restou do silêncio…”

Agora com o fim do primeiro ato, o lançamento de o “O que restou do silêncio…”, na última sexta-feira, aos  ainda que não adquiriram um exemplar das histórias deste Malabarista de Palavras e não “vendedor de livros”, ressalto, mas apenas um Malabarista de Palavras, tenho repetido e repetido e repetido, posso “apresentar uma das apresentações” (sic) do Capa Dura escrita pelo poeta e escritor Políbio Alves.Ei-la! Sintam o estilo e a segurança no “falar-crítico”. Fazer o quê ? Só agradecer a amizade e leitura do meu silêncio…

 

 

Alta pista da memória

Reli ainda inédito, o livro “o que me restou do silêncio”, do jornalista e compositor Humberto de Almeida. É, sem dúvidas, uma leitura gratificante. Acima de qualquer suspeita, o livro trata da sociologia da paixão. Exatamente, desmedida pelo ofício de escrever. Sim, escritura onde o sentimento do mundo e das coisas, resulta no olhar plural. Desconcertante. Nunca um texto feito por fanfarronada. Sobretudo, um texto que corre o risco de ser infinito embrião, cujo fruto é a semente da palavra exata. Claro, além e aquém das especulações e modismos oficiais, assim evidenciados, no blábláblá dos discursos literários.

Confesso, essa é a escritura do encantamento num tempo de prazer desejante e presente. À medida que se lê o livro de Humberto de Almeida, vai-se descobrindo um insondável mundo provinciano escondido em cada leitor dessa obra. Que, com o passar do tempo se renova no espaço universal. Sim, comum, diante do estilo do autor e das situações limites e psicológicas de que trata o livro. Confesso, cujos detalhes se impõem com os achados verbais de uma nova realidade. Aliás, com o propósito de consolidar o fascínio das imagens sugeridas. Por certo, emergentes, provedoras da possibilidade de sonhar e de reavaliar a vida, além da razão e da ética, a nossa realidade, tão emblemática, de cada dia.

Poeta e Escritor Políbio Alves

 

 

EM TEMPO: depois de relutar muito, finalmente aceitei expor “O que restou do silêncio…” para aqueles que não dividiram o silêncio comigo na noite de lançamento. Tudo bem. São muitos os imeios que chegam à minha caixa de endereços. Assim, para não curtir o meu silêncio sozinho, decidi dividir com eles: “O QUE ME RESTOU DO SILÊNCIO…” ESTARÁ NA LIVRARIA DO LUIZ, aquela mesma que fica na Galeria de um Augusto dos Anjos ainda de férias. Pois bem, será ali o lugar onde o “O que me restou…” responderá presente. 

EM TEMPO: o texto-apresentação foi lido por Gil de Rosa numa noite pra lá de inspirada. O poeta teria gostado – e muito – de ouvir essa leitura.

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