Porque me ufano da minha Constituição!

Porque me ufano da minha Constituição!


Pensando bem, mas sem pensar de forma exagerada, bem apenas, acho que a nossa Constituição é de uma beleza da gota serena!  Nada Plural! Singular!  Me ufano dela tanto quanto deste  meu pais honesto, decente e belo! Impávido e colosso! Acho mesmo  que em nenhum outro lugar deste mundo – não falo naquele em que muitos acreditam que iremos morrer para viver eternamente- exista outra melhor.

Segundo os mais entendidos e alguns menos, todos porém concordando num ponto,  a nossa Constituição, essa de 1988, é uma das mais belas e modernas do mundo. Uma beleza, não?!  Essa modernização, dizem os mais  entendidos nas “coisas constitucionais”,  acontece nessa chamada “garantia dos direitos individuais”.

Sinto o maior tesão quando eles falam da nossa “Carta Maior” assim. Ás vezes chego até a pensar que os americanos, esses bestas que tem uma “constituiçãozinha” com apenas sete Artigos e vinte e sete Emendas, morrem de inveja da nossa. Ora, quem não é capaz de  decorar uma “cartilhazinha” dessa ?!  E olhem que essa nossa de 1988  é uma das mais enxutas das sete que já tivemos!

 Até onde eu sei, a nossa “Carta maior”, essa de 1988, tinha – atentem que escrevo “tinha” – apenas 250 Artigos e 80 emendas constitucionais.  Mas, depois, vocês conhecem ben  essa história, virou um colcha de retalhos sujos que não tem máquina de lavar no mundo que resolva esse problema.

Os seus artigos são de uma beleza infinita e incomparável.  Sem gozação. Ou com. vejam aí. Logo na “cabeça” do Art. 5º , por exemplo,   “cabeça” que os juristas e outros que trilham esse mesmo caminho chamam de “caput”, com aquele ar de que o “latim” é a sua segunda língua, mesmo não falando bem a primeira,  deixando nesse mesmo ar e um  clima de solenidade, diz que:

- “Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade”.

Bonito, não? Eu morro de amores por uma Constituição dessa!

 São artigos assim que me fazem olhar para os americanos, esses em especial, com aquele ar de “vocês não sabem com quem estão lidando”. Uma beleza! Quando eu crescer, acreditem, quero viver num pais que tenha um Constituição tão bonita assim, e que seja assim respeitada.

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