Posso um dia ser deputado, mas ele nunca será um poeta!

Posso um dia ser deputado, mas ele nunca será um poeta!

“Na exigência do respeito/Que carrego por efeito/Da confiança em mim/Voto pela mudança/No compasso da esperança/Vamos em frente com a força/Voto sim” – Pedro Cunha Lima

 Acho que vocês notaram. Sentiram. Pois é. Confesso que o “poema” declamado pelo Deputado Pedro Cunha Lima me pegou de jeito.  Mal jeito. Péssimo. Achei o referido uma joia rara. Pensei. Será que alguém seria capaz de fazer algo pior? Nada a ver com o fato de ter votado em favor de Cunha – eles se merecem? – e contra o voto que  se deputado fosse, cargo que não quero nunca ocupar, sobretudo nessa atual legistaltura, seria o meu.  Mas é que o rapaz, apesar do “sim”, como “poeta repentista” ou vice e versos é uma negação sem fim.

Só para lembrar, há pouco, há pouquinho mesmo, em papo com um colega escritor e poeta, esse verdadeiro, ele foi incisivo: –

 -“Meu amigo 1berto, pode escrever: não acho que a culpa seja somente dele”.

Se entendi? Perguntei-lhe para melhor entender: como assim? Ele foi enfático:

- “Culpe-se também a sua – do deputado candidato a poeta – douta assessoria. Não acredito que uma pessoa só, uma e apenas  uma seja capaz de fazer algo tão ruim!  Nenhum poeta,  esse por melhor que seja, seria capaz de tamanha criação! O deputado e a sua assessoria. Esses são os criadores desse poema todo quebrado, e não apenas um pé”.

  Silencieis O meu colega tinha e tem razão. Não acho que uma pessoa e apenas uma, sozinha, sem uma equipe que lhe mostrar o caminho das pedras poéticas seja capaz de tamanha ruindade.

 Pois é.  Se acho o político um zero a esquerda. O  poeta… Ah, o poeta… o poeta…. esse eu acho que fica muito além desse zero!

Pelo amor de Deus! O meu!

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